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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

A pisada e as dores no corpo


Você já comprou um sapato novo e após utilizá-lo percebe que um lado está mais desgastado do que o outro ou que o calçado está totalmente deformado? Isso pode ser um sinal de alerta em relação à pisada. Pisar de forma errada ou torta pode comprometer toda a saúde do corpo e consequentemente gerar muitas dores.

O corpo acaba realizando compensações que muitas vezes elevam a sobrecarga das articulações do joelho, quadril e principalmente da coluna, causando fortes dores. Por isso, é preciso ficar atento ao tipo de pisada para evitar incômodos; os principais pontos afetados são joelho, quadril, articulações e coluna vertebral.

Os cuidados devem ser redobrados ao se automedicar ou ao procurar soluções caseiras que muitas vezes são transmitidas por meio de conhecimentos populares. A procura por esportes como a natação, por exemplo, ou até mesmo um tipo específico de calçado, pode ser prejudicial sem o acompanhamento e a orientação de um profissional. Por exemplo, o diagnóstico do ''pé chato'' inclui um exame físico no qual é avaliado o movimento do pisar e a forma mecânica do caminhar descalço e com sapato. É observado também a parte da frente e de trás do pé para verificar o padrão de gasto da sola do calçado. Além disso, caso o paciente sinta muitas dores, ele pode solicitar exames para integrar a avaliação.

Antigamente era comum que os médicos recomendassem o uso de botas ortopédicas a fim de ajustar a curvatura dos pés, mas hoje esta conduta é mais restrita, sendo utilizada apenas em algumas situações específicas, como nas crianças com grande hiperfrouxidão ligamentar e de dores recorrentes nos pés ou pernas, atribuídos ao desequilíbrio mecânico provocado pelo posicionamento anormal dos pés.

O tratamento da pisada torta consiste desde o uso de produtos ortopédicos como palmilhas personalizadas, botas, exercícios de alongamento - que ajudam quando o paciente tem um tendão de Aquiles -, uso de sapatos que contenham mais apoios até a perda de peso, que contribui para um alívio da pressão local, proporcionando uma melhora na dor.
Consulte sempre um fisioterapeuta para dar um diagnóstico adequado da sua dor e te ajudar na correção da pisada. 


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

EFEITOS DO SALTO ALTO


Fonte:fisioterapia.com

sábado, 12 de setembro de 2015

FISIOTERAPIA PREVENTIVA: TERCEIRA IDADE COM SAÚDE

 fisioterapia-preventiva-terceira-idadePara a maior parte da população a terceira idade é sintoma de saúde em baixa e muitas consequências negativas que o envelhecimento, normalmente, traz ao corpo. 

Mas a fase não precisa implicar, necessariamente, em malefícios ao indivíduo, é possível envelhecer com saúde.
Naturalmente, ossos, tendões e músculos tendem a ficar mais frágeis nessa etapa da vida e isso costuma dificultar a prática de atividades físicas, principalmente, no caso de pessoas que não tinham o hábito de praticar exercícios na juventude. Mas a boa notícia é que a fisioterapia preventiva pode auxiliar de modo a evitar problemas ou mesmo atuar na reabilitação, prevenindo as sequelas de diferentes patologias.

Fisioterapia Preventiva
Trata-se de um conjunto de procedimentos fisioterapêuticos que ajudam no controle dos sintomas de doenças; na melhora da coordenação, concentração e postura; no aumento do relaxamento muscular e redução de tensões; no favorecimento da auto-estima, etc.

Como na terceira idade o indivíduo está mais vulnerável físico-funcionalmente é de extrema necessidade o estímulo à prevenção de patologias e deficiências, tanto de ordem física quanto psíquica. E é neste contexto que a fisioterapia preventiva se torna um grande aliado. Ela engloba diferentes exercícios físicos e respiratórios que se adaptam às necessidades individuais de cada paciente bem como aos limites de cada um e pode associar outras terapias alternativas como o Pilates.

O Pilates para terceira idade permite uma maior qualidade de vida, pois é um trabalho aplicado com uma grande margem de segurança e com baixo impacto, além disso, respeita os limites de cada um, oferecendo exercícios suaves e controlados. Isso faz da técnica uma ótima indicação aos idosos, tanto para atuar preventivamente, quanto no pós-tratamento médico ou fisioterapêutico.

Benefícios da Fisioterapia Preventiva ao idoso
Os procedimentos ajudam a prevenir os riscos de doenças comuns na terceira idade, como a diabetes, hipertensão arterial, doenças cardíacas, osteoporose, hérnias de disco, tendinites, bursites, artrose, etc. Além de atuarem no controle de dores nas articulações e em problemas de insônia, depressão ou ansiedade, por exemplo.

Fonte: fisioterapia.com

sábado, 22 de agosto de 2015

Fisioterapia Geriátrica

fisioterapia geriátrica
Envelhecer com qualidade de vida, o grande dilema do novo século. O fato natural da vida de todo indivíduo é ser levado para o envelhecimento, um processo encantador capaz de permitir ao ser humano passar por sensações e momentos, ainda que estejam divididos entre bons e maus. O envelhecimento traz conquistas afetivas, emocionais, materiais. Traz também consequências como a perda da sensibilidade, do controle sobre os movimentos e suas aplicações em atividades diárias básicas como alimentar-se e vestir-se. É assim que se destaca a aplicação da Fisioterapia Geriátrica.
O que é?
Em um campo de atuação que busca a reabilitação dos pacientes, a Fisioterapia Geriátrica busca ainda a prevenção e a manutenção das funcionalidades do idoso. Utilizando-se de técnicas como exercícios ativos, globais e que treinem o equilíbrio desses pacientes, a Fisioterapia Geriátrica permite ainda proporcionar ao idoso a melhora na sua qualidade de vida, aproximando-o da superação das suas limitações acometidas pela idade.
A Fisioterapia Geriátrica é indicada principalmente para pessoas acima dos 50 anos de idade, embora não seja necessário apresentar problemas como dificuldade locomotora causada por problemas musculares ou nas articulações. Sua aplicação pode se fazer necessária tão cedo quanto sejam percebidos os sinais da perda da sensibilidade e controle das ações motoras advindos com o tempo já vivido.
Benefícios. A Fisioterapia Geriátrica proporciona ao paciente o envelhecimento com qualidade de vida, a melhora notável em sua capacidade de locomoção e equilíbrio, bem como a coordenação dessas funções, o aumento da força muscular e das funções da memória do idoso. Ainda garante a independência e o conforto na realização de atividades por parte dos pacientes idosos no seu dia a dia.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

HÁBITO DE FUMAR PREJUDICA APARELHO DIGESTIVO

A degradação começa desde a boca e vai até o intestino delgado


O hábito de fumar pode causar aumento da acidez, retardando a cicatrização de úlceras do estômago e do duodeno. A degradação começa desde a boca e vai até o intestino delgado (duodeno).

Na boca, provoca problemas dentários e halitose (mau hálito). No esôfago e estômago, o fumo agride a mucosa deixando o trato gástrico propenso à gastrite e úlcera.
As principais doenças relacionadas com o hábito de fumar são câncer do tubo digestivo, refluxo gastroesofágico, úlcera gastroduodenal e inflamação no pâncreas.
"Os fumantes podem cultivar outros hábitos danosos ao aparelho digestivo, como consumo excessivo de café e álcool", explica o endoscopista Fauze Maluf Filho, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP).
Segundo ele, a saída para evitar os malefícios do cigarro é parar de fumar. "Na maioria dos casos que o paciente apresenta algum problema no aparelho digestivo e fumou por um longo tempo, tende a ter uma recuperação muito tardia em relação àquele que não fuma", diz o médico.
Outro cuidado especial aos que pararam de fumar é manter uma dieta saudável, pois a interrupção do uso do cigarro gera ansiedade, o que aumenta a ingestão de alimentos e o aumento de massa corporal.
Fonte:http://www.maisequilibrio.com.br/saude/habito-de-fumar-prejudica-aparelho-digestivo-5-1-4-750.html

sábado, 25 de julho de 2015

Tratamento da asma através da fisioterapia

A asma é uma doença inflamatória crônica

O que é asma?
A asma é uma doença inflamatória crônica que causa estreitamento das vias aéreas dos pulmões, ocasionando dificuldade respiratória, falta de ar, tosse, aperto e chiado no peito. Na asma os bronquíolos tendem a inflamar e produzir mais muco, o que agrava o problema respiratório.

Causas comuns que incitam a crise asmática
• Poeira
• Mofo
• Animais
• Gripes e resfriados
• Produtos químicos
• Mudanças climáticas do ambiente
• Fumo
• Ácaro
• Pólen

Tratamento fisioterápico

A fisioterapia respiratória atua na prevenção e tratamento da asma, os tratamentos utilizados são variados, as técnicas podem ser manuais, cinéticas e posturais. O objetivo é amenizar as crises asmáticas e desobstruir os brônquios através de técnicas de higiene brônquica, desinsuflação e reexpansão pulmonar e fisioterapia respiratória aplicada, ampliando também a capacidade respiratória e fortalecendo a musculatura torácica.

Como prevenir e reduzir os sintomas

• Exercite-se com moderação;
• Evite fumar;
• Evite estar exposto a fumaça, gases, perfumes cheiros de tinta ou produtos de limpeza;
• Mínimo contato com animais;
• Previna-se contra gripes e resfriados;
• Mantenha sempre a casa limpa, evitando o acumulo de poeira e ácaros.

A asma é uma doença sem cura, que sem os devidos cuidados pode ter seu estado agravado, causando dificuldades de respiração, tosse persistente, alterações no funcionamento dos pulmões e até mesmo a morte.




Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO -  http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/47560/tratamento-da-asma-atraves-da-fisioterapia#ixzz3gsNo2aoy

sexta-feira, 24 de julho de 2015

DOR NO QUADRIL: QUAL O MOMENTO CERTO PARA PROCURAR AJUDA MÉDICA

A dor no quadril é aquela que acomete quaisquer articulações da região ou em suas proximidades. Em alguns casos, a dor originária nos quadris nem mesmo é sentida nele, mas em outras áreas, como coxa e virilha. De igual modo, determinada reação dolorosa que acomete o quadril pode ser originária em outro local e não nele, é o caso, por exemplo, de problemas na coluna, cujas dores podem irradiar para o quadril.

Embora qualquer pessoa esteja suscetível ao surgimento de dor no quadril, ela afeta, principalmente, pessoas acima de 40 anos de idade e os praticantes de esportes de impacto.

Principais causas da dor no quadril:


– Lesões no quadril;
– Bursite;
– Artrite;
– Tensão/torção;
– Infecção;
– Tendinite de esforço repetitivo.

Quando a dor no quadril requer uma atenção especial?


Algumas características podem indicar quando a dor no quadril surge com efeitos mais graves, é o caso de:

– Dores causadas por quedas sérias;
– Baixa mobilidade do quadril;
– Dificuldades para suportar pesos sobre a própria perna;
– Deformações na perna que chega a sangrar;
– Manifestação de dores com febre;
– Reação dolorosa que não alivia mesmo com o uso de tratamentos domésticos.

Tratamento para dor no quadril


Para tratar corretamente a dor no quadril é necessário identificar sua causa exata, o que permitirá um direcionamento específico do tratamento e resultados eficazes. Embora algumas dores na região sejam mais simples e com alívio relativamente rápido, qualquer dor no quadril deve sempre ser investigada para o tratamento correto da causa.

Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2158

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Incentive o bebê a andar


Os primeiros passos do bebê são esperados com ansiedade pelos pais. Quando este momento chega, no entanto, muitas dúvidas aparecem e nem sempre é fácil lidar com elas sem temer algum tipo de prejuízo ao desenvolvimento da criança. "Nessa fase, o bebê começa a sentir mais confiante e independente dos pais. Normalmente, a partir dos oito meses, a criança começa a ficar de pé sozinha, se apoiando na parede ou em móveis da casa. Com 10 meses, a maioria começa a andar sem auxílio", afirma o pediatra José Gabel, do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Segundo o especialista, algumas crianças demoram mais a para conseguir andar. Nenhum motivo para preocupação: os primeiros passos podem ser esperados até os 18 meses de vida. Depois dessa idade, caso os movimentos não aconteçam, é aconselhável procurar um pediatra para uma avaliação mais cuidadosa. 

Na fase em que a criança está deixando de engatinhar, no entanto, os pais podem ajudar com medidas que aumentam a confiança e a coordenação durante os primeiros passos. Veja o que recomendam os especialistas e tome nota das dicas para não se apressar demais. 

Dispense o andador


Andador - Foto Getty Images

O acessório, por mais que pareça dar segurança ao bebê, pode prejudicar o desenvolvimento dos músculos superiores das pernas e a habilidade do bebê se equilibrar. "As rodinhas facilitam demais o deslocamento, impedindo que a criança ande de maneira correta. Os bebês que ficam no andador tendem a usar apenas as pontas dos pés para se locomover, prejudicando todo o desenvolvimento da coordenação", diz a pediatra Margarida de Fátima Carvalho, presidente do Departamento Científico de Reumatologia, da SBP.

Além disso, os pais tendem a confiar muito nos andadores, e prestam menos atenção no bebê. "Há risco de o andador virar em degraus ou obstáculos no chão, podendo machucar o bebê", alerta a especialista.  

Ensine o seu filho a levantar


Pai brincando coma filha - Foto Getty Images

A partir dos oito meses de vida, a maioria dos bebês já consegue ficar de pé apoiado em móveis, mesas e cadeiras, mas a musculatura e o sistema nervoso ainda precisam ser estimulados para que os passos sejam dados sem a necessidade de apoio. "Brincando, os pais podem mostrar para os filhos como agachar e levantar. A criança tende a imitá-los, fortalecendo os músculos e a coordenação motora nas pernas", diz o pediatra José Gabel, do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da SBP. 

Brinquedos de empurrar


brinquedos de empurrar - Foto Getty Images

Ao contrário do andador, brinquedos como carrinhos de empurrar, chamados de tutores, deixam a criança mais segura sem prejudicar a mobilidade ou a mecânica da caminhada. Mas o pediatra José Gabel alerta para o risco de tombos usando esse tipo de brinquedo. 





Deixe a criança descalça


Bebê descalço - Foto Getty Images

De acordo com a pediatra Margarida de Fátima Carvalho, o bebê precisa de estímulos táteis nos pés para desenvolver a percepção do próprio corpo nos ambientes onde pisa. Quando estão descalços, os pés recebem mais estímulos do que no uso de um tênis, por exemplo. Além disso, o uso de calçados pode ser bastante incômodo para a criança, já que até o segundo ano de vida, é comum que o bebê ainda não tenha formado a curvatura natural da planta dos pés. 

Brincar com o bebê desde cedo


Mãe e filho - Foto Getty Images

O reforço dos pais deve começar desde cedo para o bebê andar. "As brincadeiras devem incentivar o bebê a se movimentar o máximo possível", afirma o pediatra José Gabel. Rolar no chão, engatinhar, apoiar as mãos na parede e brincar de jogar bolinhas são exemplos de ações que estimulam o sistema nervoso e sensorial dos bebês, já que eles tentaram imitar os pais em cada uma dessas brincadeiras.  



Não tente evitar as quedas


Mãe e filho - Foto Getty Images

Quando o bebê começa a ficar de pé, as quedas se tornam bastante frequentes, o que, muitas vezes, acaba assustando os pais. "É claro que os pais precisam ficar atentos, mas não é necessário tentar segurar o bebê toda a vez que ele for cair. As quedas são normais nessa época da vida do bebê e fazem parte do aprendizado", diz a pediatra Margarida de Fátima Carvalho. Além disso, tentar segurar o bebê de mau jeito pode machucar a criança mais do que a própria queda.  


Deixe o bebe ir até você


Bebê andando - Foto Getty Images
Uma das maneiras mais fáceis de estimular o bebê a andar é fazê-lo se movimentar até chegar aos pais. "Ele pode começar engatinhando. Mas, aos poucos, os movimentos vão se misturando a pequenos passos. Manter brinquedos nas mãos ajuda a atrair o bebê", afirma o pediatra José Gabel. Essa brincadeira, se feita com frequência, faz o bebê tentar chegar cada vez mais rápido aos pais, incentivando ele a deixar de engatinhar. 

Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2160

domingo, 14 de junho de 2015

L.E.R: Saiba mais sobre as lesões por esforço repetitivo



As lesões por esforço repetitivo, conhecidas pela sigla L.E.R, têm afetado parte dos indivíduos brasileiros nos últimos anos, devido ao aumento considerável de atividades corriqueiras que são realizadas por um longo período de tempo no ambiente de trabalho.
Segundo referências médicas, o problema não é considerado uma doença, mas uma síndrome capaz de afetar músculos, nervos e tendões, com maior incidência nos membros superiores. Os profissionais mais expostos aos riscos de L.E.R são os que trabalham com computadores, músicos, esportistas, pessoas que fazem tricô ou crochê diariamente, e aquelas que operam máquinas em linhas de produção.
Causas:
O problema surge quando há excesso de movimentação no sistema musculoesquelético. A repetição de uma única atividade, a postura incorreta no trabalho e o progresso do esforço acabam por obstruir a circulação sanguínea, comprometendo a irrigação de várias estruturas e levando à redução da flexibilidade tecidual.
No geral, os ambientes de trabalho mal projetados são os principais causadores das lesões por esforço repetitivo. Móveis sem adaptação, divisão desigual das tarefas, sobrecarga física e posições mantidas por longos períodos são alguns fatores que contribuem para o aparecimento dos primeiros sintomas.
Tratamento fisioterapêutico:
Para atuar tanto na prevenção quanto na reversão do quadro sintomatológico da L.E.R, a fisioterapia surge como a primeira opção. Isso porque, os exercícios de reabilitação da musculatura e tendões conseguem reduzir o processo inflamatório e, consequentemente, diminuem a dor e o formigamento do local.
Alguns aparelhos específicos serão utilizados pelo fisioterapeuta, de modo a trabalhar profundamente a região afetada. Além disso, diversas clínicas já possuem especialistas que atuam exclusivamente nos âmbitos empresariais, focados em fisioterapia do trabalho.
Trata-se de um método que possui como principal propósito, a melhoria da qualidade de vida do trabalhador com avaliações de postura, atividades laborais, abordagens biomecânicas e ergonômicas. O pilates também pode ser uma alternativa para prevenir e agir sobre as consequências do L.E.R. , a partir da análise da extensão da lesão, bem como do padrão físico e postural, visando a uma diminuição do impacto sobre as articulações.
Uma pesquisa realizada com 8450 trabalhadores no Banco do Estado do Rio Grande do Sul, constatou que a implantação de exercícios de prevenção fundamentados em fisioterapia laboral, reduziu 44% dos casos de L.E.R em um período de três anos.
Dessa forma, fica explícita a importância da fisioterapia para eliminar a predisposição às lesões por esforço repetitivo em ambiente de trabalho. O ideal é que as empresas invistam em programas de prevenção a médio e longo prazo para melhorar a qualidade de vida de seus funcionários.

Fonte:http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/l-e-r-saiba-mais-sobre-lesoes-por-esforco-repetitivo/

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O que causa Labirintite?

A labirintite, que é uma inflamação no ouvido interno, no labirinto, responsável pela audição e equilíbrio, geralmente é causada por uma infecção no ouvido. Contudo as causas de labirintite podem ser:
  • Gripe ou resfriado;
  • Envelhecimento;
  • Uso de medicamentos;
  • Pressão alta;
  • Colesterol alto;
  • Excesso ou falta de açúcar no sangue;
  • Hipertireoidismo;
  • Hipotireoidismo;
  • Traumatismo craniano;
  • Tumor cerebral;
  • Doenças neurológicas;
  • Disfunção da articulação têmporo-mandibular (ATM);
  • Alergia;
  • Infecções virais ou bacterianas.
As causas de labirintite emocional estão relacionadas com crises de ansiedade patológica ou depressão.

Sintomas da labirintite

Os sintomas da labirintite incluem tontura, vertigem, perda de equilíbrio, enjôo, vômitos, dor de cabeça, zumbido no ouvido e perda da audição em um dos ouvidos que pioram em discotecas e ambientes com muita luz ou ruído.

Tratamento para labirintite

O tratamento para labirintite é feito com medicamentos prescritos pelo médico para aliviar os sintomas, fisioterapia através de exercícios específicos para melhorar o equilíbrio e dieta. A dieta inclui evitar o consumo de alimentos ricos em carboidratos, bebidas com açúcar, bebidas com gás, café, álcool, açúcar, alimentos gordurosos e beber cerca de 2 litros de água por dia.

Fonte:http://www.tuasaude.com/o-que-causa-labirintite/

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Elevação da glicose no sangue aumenta o risco de doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer é um tipo particular de demência que vem apresentando um aumento de sua incidência nos últimos anos, fato este associado ao aumento da longevidade. Muitas pesquisas têm sido realizadas com o objetivo de descobrir os mecanismos que desencadeiam esta doença incapacitante, no entanto ainda não existem resultados que permitam a sua prevenção ou tratamento. 


Estudos epidemiológicos mostram que pessoas com aumento da glicose no sangue (hiperglicemia), seja pela presença de diabetes ou por algum outro fator, têm um risco aumentado de desenvolver demência, particularmente doença de Alzheimer.

Estas observações servem como indício de que alterações no metabolismo da glicose podem ser responsáveis pelos distúrbios moleculares que ocorrem no cérebro dos pacientes com doença de 
Alzheimer. Dentre estes distúrbios moleculares, o mais conhecido é o aumento da produção no cérebro de um peptídeo chamado de B-amilóide, que se acumula fora dos neurônios, formando placas que acabam por afetar a função de neurônios do hipocampo, região do cérebro responsável pela formação e armazenamento das memórias e pela cognição. A agregação deste peptídeo pode ter inicio até 15 anos antes do aparecimento de sintomas da doença.

Com o intuito de investigar um possível efeito da glicemia aumentada sobre a produção do peptídeo, com a consequente formação da placa B-amilóide, um grupo de pesquisadores americanos desenvolveu uma pesquisa em camundongos utilizando técnicas que permitem analisar de forma dinâmica e em tempo real as modificações na concentração do peptídeo B-amilóide no hipocampo produzidas por alterações de glicemia. Os resultados desta pesquisa foram publicados recentemente na revista científica The Journal of Clinical Investigation.

A indução de hiperglicemia aguda em camundongos jovens produziu um aumento significativo do peptídeo B-amilóide no hipocampo. Este efeito foi exacerbado em animais velhos e com predisposição à formação da placa.

Estes resultados sugerem que aumentos repetidos da glicose no sangue, mesmo que transitórios, como ocorre no diabete tipo II, podem iniciar e acelerar a formação da placa B-amilóide, condição esta que favorece o desenvolvimento da doença de Alzheimer.

As informações produzidas por esta pesquisa revelam a ligação entre aumento da glicose no sangue e o maior risco para doença de Alzheimer e servem como ênfase para um controle da glicemia.

Fonte: Elevação da glicose no sangue aumenta o risco de doença de Alzheimer | ABC da Saúde http://www.abcdasaude.com.br/noticias/elevacao-da-glicose-no-sangue-aumenta-o-risco-de-alzheimer#ixzz3cW6ytnps

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Amamentação pode evitar leucemia na infância

Crianças que foram amamentadas no peito por pelo menos seis meses enquanto bebês podem ter um risco menor de desenvolver leucemia na infância em relação àquelas que não foram amamentadas no peito, mostra uma nova análise de estudos antigo.

Revisando 18 estudos, pesquisadores descobriram que crianças que eram amamentadas no peito de suas mães por seis meses ou meais tinham um risco 19% menor de desenvolver leucemia durante a infância, em compensação com os as que não haviam sido amamentadas, ou haviam, mas por um período menor de tempo.


Em uma análise separada de 15 desses estudos, os pesquisadores perceberam que as crianças que foram amamentadas por qualquer período de tempo eram pelo menos 11% menos susceptíveis a desenvolver a doença, em relação àquelas que nunca haviam sido amamentadas.

O autor da nova análise foi Efrat L. Amitay, da Universidade de Haifa, em Israel. A especialista envolveu 18 estudos, que abordavam mais de 10 mil casos de leucemia e 17,5 mil crianças que não possuíam a doença. Tais estudos foram publicados entre 1960 e 2014.

As descobertas se unem a um corpo de evidências que traçam uma “forte associação entre a nutrição infantil e a leucemia”, diz Amitay. “Essa informação pode ser usada pela saúde pública para realizar recomendações para os pais, que podem contribuir na precaução da doença em seus filhos” continuou.

O mecanismo exato envolvido nesta ligação entre o leite materno e a leucemia ainda não está claro, mas os pesquisadores têm algumas sugestões. “O leite materno é uma substância que dá vida. Ela contém anticorpos produzidos pela mãe que promovem uma comunidade saudável de bactérias no intestino das crianças e influenciam o desenvolvimento do sistema imunológico delas”, explicou.

Outra possibilidade que pode explicar a ligação é que o leite materno mantém os níveis de pH no estômago das crianças em um patamar que promove a produção de proteínas benéficas chamadas HAMLET, disseram os pesquisadores. Estudos realizados em roedores mostraram que o HAMLET pode ter a habilidade de matar células do câncer.

O leite materno também possui células-tronco que possuem propriedades similares às células-troncos de embriões, que podem ajudar o sistema imunológico na luta contra o câncer. “Os potenciais preventivos da amamentação devem ser comunicados de forma aberta para o público geral, não apenas para as mães. Desta forma, a amamentação pode ser mais socialmente aceita e facilitada”, escreveram os pesquisadores no estudo, que foi publicado no dia 1º de junho no JAMA Pediatrics.



Fonte:http://climatologiageografica.com/amamentacao-pode-evitar-leucemia-na-infancia/
         http://www.livescience.com/51037-breastfeeding-childhood-leukemia-risk.html

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Reaprenda a viver com a RPG


Reeducação postural global, a popular RPG, é uma técnica que se dedica a ensinar novamente as pessoas a se posicionar de forma correta, a se sentar e até a respirar adequadamente. Os exercícios ajudam a eliminar dores e podem evitar surgimento de novos problemas.


Dor, fisgada, queimação. As denominações para os desconfortos que acometem músculos, ossos e articulações são variáveis, mas a desagradável sensação atinge a todos, não importa a idade, a raça ou o sexo. Quem nunca se queixou ou sofreu com dores no sistema músculo-esquelético, que compõe a máquina complexa que é o corpo humano? Quando não é decorrente de acidentes ou de processos degenerativos que alteram a anatomia humana, a dor sinaliza que a postura está alterada. E é ela, a postura, o foco da reeducação postural global, técnica da fisioterapia desenvolvida na França há três décadas, a conhecida RPG. O método corrige lesões e deformações do corpo, além de ensinar o paciente a se posicionar de forma correta, curando lesões, evitando novos problemas e proporcionando equilíbrio.

As tensões da vida contemporânea e a falta de movimentação corporal têm transformado o homem em um ser sentado e curvado. É o que acredita o fisioterapeuta Oldack Borges de Barros. Ele explica que, diferentemente da fisioterapia tradicional, a RPG não trata apenas o local lesionado. “Nossos músculos estão interligados em cadeias que interferem umas nas outras. Na RPG, tratamos a causa do problema, não apenas o sintoma. Avaliamos o paciente a partir do local da queixa, mas distinguimos os mecanismos de compensação que desencadeiam a dor. Uma lesão na coluna pode ser resultado de um problema no pé. Para se livrar da dor, a pessoa passa a pisar torto e compromete os músculos e as articulações de todo o sistema”, esclarece o fisoterapeuta, presidente da Sociedade Brasileira de RPG.

A RPG pode trabalhar todos os problemas atendidos pela fisioterapia, com a vantagem de ser um tratamento global voltado para as limitações individuais de cada paciente. Isso porque, segundo Oldack, ninguém sofre de forma igual, ainda que a região do corpo comprometida seja a mesma. Desvios na coluna, pés chatos, males dos joelhos, hérnias de disco, mazelas decorrentes de alterações neurológicas, tendinites, doenças causadas por esforço repetitivo e contusões sofridas por esportistas são todos exemplos de transtornos abordados pela técnica.

No primeiro encontro com o paciente, são avaliadas sete zonas do corpo para identificar a causa da dor e da alteração postural. “Examinamos cervical, a lombar, o quadril, os joelhos, os pés e os ombros, além de verificar o fluxo da respiração do indivíduo, detalhe que compromete radicalmente o equilíbrio postural da pessoa. O homem desaprendeu a respirar e passa a maior parte do tempo sentado de forma incorreta. Temos uma defasagem entre o ar que entra e o que sai dos pulmões. Esses fatores passam desapercebidos até surgirem as dores e os desequilíbrios”, enfatiza.

Passos
 
Depois da avaliação, o fisioterapeuta traça o planejamento da terapia, que contempla atividades para eliminar as dores e corrigir a postura. Os profissionais lançam mão de oito exercícios, que fortalecem os músculos dinâmicos, responsáveis pela movimentação corporal, e alongam os estáticos, encarregados de manter o corpo em pé. Na sessão de RPG, que dura no mínimo uma hora, são trabalhadas posturas — movimentos lentos, graduais e progressivos no paciente. “O objetivo é alongar e descomprimir o corpo, permitindo que os músculos voltem a ficar nas posições fisiologicamente corretas. O sistema músculo-esquelético é ajustado o tempo todo e o paciente tem uma participação muito ativa no tratamento”, observa Priscila Jacarandá Moreira, fisioterapeuta que aplica a técnica em Brasília. “Os desajustes na postura são vivenciados por crianças e adolescentes. Isso é mais comum do que se pensa. A RPG é indicada a partir da idade em que o jovem paciente consiga ter a disciplina para trabalhar a sustentação da postura. Não tratamos a doença, mas o indivíduo”, acrescenta.

O especialista fica ao lado do paciente o tempo todo, para não permitir desvios da posição trabalhada. Assim, a postura é assimilada e o corpo vai resgatando o equilíbrio aos poucos. Para quem está de fora parece fácil, mas aqueles que passam pelo tratamento admitem saírem cansados da sessão. O estudante Dayver Clavo Medeiros Veiga, 16 anos, sofre com uma escoliose que vinha lhe tirando o sono. “Sentia dores intensas na região peitoral. Cheguei a consultar um cardiologista, imaginando que estivesse com um problema cardíaco. Tomei remédios sem necessidade até começar a terapia da RPG. Gostava de malhar e precisei parar, pois a sobrecarga de peso agrava o desvio da coluna”, conta. “Também passei a ter dificuldades para assistir a aulas, porque permanecer muito tempo sentado provoca grande desconforto. A dor altera nossa vida.” Dayver passou por seis sessões de RPG e já sente a diferença. “Não tinha flexibilidade nenhuma. Meu corpo estava travado. Na terapia, aprendi a equilibrá-lo de maneira adequada e consigo respirar melhor. Praticamente não sinto mais dor”, acrescenta.

Alívio
A promotora de eventos Francisca Aguiar da Silva, 37 anos, tem uma doença degenerativa na coluna vertebral. A dor e os torcicolos constantes roubaram a qualidade de vida que ela sempre buscou. “Não conseguia mais trabalhar em paz e a vida social estava estagnada. Não dormia e nem encontrava posição para me livrar do desconforto. Na rua, tropeçava com frequência. Meu corpo estava completamente desequilibrado”, conta. Depois de 16 sessões de RPG, a rotina mudou. Francisca comemora o avanço e diz que a terapia lhe ensinou a reconhecer o corpo, a se posicionar. Os torcicolos não ocorrem mais e ela ganhou confiança para caminhar sem tropeços. “Confesso que desconfiei e resisti em aderir ao tratamento. Achei que fosse simples demais e que não traria resultados. Fiz 16 sessões e hoje me considero outra pessoa. Nunca mais senti dor e não vou abandonar a RPG nunca. Ela me ensina mais a cada dia”, garante.

O ortopedista Denys Aragão explica que a técnica tem sido muito indicada por médicos que conhecem os benefícios. “A RPG proporciona resultados imediatos. Os pacientes conseguem curar os problemas e aprendem a conhecer o próprio corpo. A terapia atua no sistema nervoso central, o que estimula a pessoa a manter a postura correta, evitando novos danos que comprometem o sistema músculo-esquelético. Indicamos para dores lombares e articulares, lesões de meniscos, tendinites, bursites, deformidades torácicas e desvios na coluna”, pontua.

Palavra de especialista
Ajuda às gestantes
A reeducação postural global foi adotada pelo Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) há 10 anos, para tratar a lombalgia em gestantes. Estudos realizados em diversas partes do mundo revelam que 90% das mulheres grávidas sofrem com dor na lombar. Quando não cuidado, o desconforto tende a piorar com a evolução da gestação. As gestantes com idade mais avançada são as mais atingidas, mas cerca de 60% das adolescentes também passam pelo desconforto. Até o quarto mês de gravidez, trabalhamos com a RPG e outras técnicas da fisioterapia sem que os exercícios tragam qualquer dano para esse tipo de paciente. Depois desse período, a barriga não permite as posições. Nessas pacientes, o propósito não é alterar a postura, mas minimizar as consequências provocadas pelas alterações fisiológicas da gestação. O resultado é extremamente positivo. Em duas sessões, as gestantes se livram da dor. Recomendamos que a RPG seja utilizada antes de a mulher engravidar, para corrigir o que precisa ser corrigido e fortalecer a musculatura.
Miriam Diniz Zanetti, fisioterapeuta e doutora em obstetrícia da Unifesp.

Problemas Tratáveis

Ortopédicos
Escoliose, cifose e lordose
Dores na coluna cervical e dorsal
Pés planos e cavos
Joelhos valgos (para fora) ou varos (para dentro)
Doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho (Dort)

Neurológicos
Hérnia de disco
Labirintite

Reumatológicos
Fibromialgia
Síndrome miofascial
Artrite
Artrose
Tendinite
Bursite

Respiratórios
Asma
Bronquite

Somáticos
Estresse
Distúrbios circulatórios e digestivos

Oculares
Estrabismo

Fonte: Correio Braziliense, por Márcia Neri.


















sexta-feira, 15 de maio de 2015

Vacina contra o sarampo também pode proteger de outras doenças infecciosas


Independentemente da sua posição, a vacinação contra o sarampo é uma das intervenções mais seguras da saúde pública até agora na história. Antes das campanhas de vacinação em massa, cerca de 4 milhões de pessoas tinham sarampo nos Estados Unidos a cada ano, das quais, em torno de 500 pessoas morriam, 48.000 foram hospitalizadas e 4.000 sofreram algum edema cerebral grave. Mas, graças a campanhas de imunização, os casos caíram mais de 99%.

Os cientistas sabem há algum tempo que o sarampo baixa profundamente o sistema imunológico. Porém, desde a introdução das campanhas de vacinação em massa, os cientistas observaram alguns efeitos surpreendentes que sugerem que há mais para se estudar sobre o sarampo. Por exemplo, a imunização do sarampo em alguns dos países mais pobres do mundo tem reduzido as mortes globais de crianças em 90%.


Embora os cientistas não tenham certeza do mecanismo exato por trás deste aparente efeito protetor, trabalhos recentes em macacos começaram a lançar uma resposta sobre este mistério. Após a esperada redução dos glóbulos brancos de proteção após a infecção, os seus sistemas imunitários rapidamente se recuperaram dentro de algumas semanas. No entanto, um grande número destas novas células que surgiram a partir da abundância de células específicas do sarampo, resultaram a partir da infecção.

Para examinar melhor esta ideia, os cientistas da Universidade de Princeton começaram a coletar dados sobre casos de sarampo e de mortes causadas por outras doenças infecciosas, pré e pós-campanhas de vacinação em massa, em três países: nos EUA, Reino Unido e na Dinamarca.
Conforme descrito em artigo publicado na Science, eles descobriram que a infecção do sarampo detêm resistência a outras doenças por até 3 anos. Além disso, eles encontraram uma estreita relação entre a incidência do sarampo e mortes por outras doenças infecciosas durante este período vulnerável após a vacinação contra o sarampo, indicando que a vacina protege mais do que apenas o vírus do sarampo.

“Em outras palavras, reduzindo a incidência do sarampo, pode-se haver uma queda nas mortes por outras doenças infecciosas devido aos efeitos indiretos do sarampo sobre o sistema imunológico”, o pesquisador-chefe Bryan Grenfell, que explicou em um comunicado à imprensa.

Desde que o estudo mostre a evidência para o efeito protetor da vacina contra o sarampo, mais estudos serão necessários para confirmar suas descobertas. No entanto, os pesquisadores já estão planejando em explorar potenciais mecanismos imunológicos adiante.

 
Fonte: http://climatologiageografica.com/vacina-sarampo/#ixzz3aB3vJgqn

domingo, 3 de maio de 2015

Caminhar pode ajudar a prevenir demência


Dar um passo atrás do outro, com regularidade, sem pressa, é uma das melhores formas de manter o cérebro saudável na velhice, com sua plena capacidade cognitiva. Um estudo da Universidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicado na “Neurology”, a revista on-line da Academia Americana de Neurologia, monitorou durante 13 anos 299 voluntários. A pesquisa provou que eles conseguiram evitar a perda da memória e se prevenir da demência com caminhadas regulares. 

Os andarilhos, todos sem sinais de demência de acordo com testes neurológicos a que foram submetidos, tiveram suas caminhadas registradas e o cérebro monitorado em 1995. Outros testes foram feitos nove anos depois, em 2004, e mais uma vez em 2008, mostrando que aqueles que mais caminhavam tinham metade do risco de ter problemas de memória do que os que não se exercitavam. 

De acordo com a pesquisa, andar cerca de 14,5 quilômetros por semana é o ideal para beneficiar o cérebro e deve ser esta a meta do “exercício neurológico”. Segundo os autores, o grupo que andou menos dez quilômetros por semana apresentou um maior encolhimento cerebral ligado à idade que o de pessoas que andavam mais que essa distância. 

O cérebro encolhe na fase mais avançada da idade adulta, o que pode causar problemas de memória. 
Os resultados do nosso trabalho estimulam a realização de novas pesquisas para saber se exercício físico em pessoas mais velhas são uma medida eficaz contra demências, incluindo Alzheimer – disse Kirk Erickson, da Universidade de Pittsburgh e líder do estudo. 

A doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência, mata lentamente as células do cérebro, e atividades como caminhadas têm sido indicadas para aumentar o volume do cérebro.
Fonte:http://www.cuidardeidosos.com.br/caminhar-pode-ajudar-a-prevenir-demencia/
          http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/10/13/caminhar-15km-por-semana-ajuda-prevenir-demencias-na-velhice-922775048.asp

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Sete dicas para prevenir quedas em idosos




As quedas constituem a primeira causa de acidentes na população com idade superior a 60 anos. Suas consequências podem causar ainda mais incapacidade, uma vez que este idoso será hospitalizado e cerca de 10% de sua massa muscular pode ser perdida por dia de hospitalização.
Tendo em vista este cenário, a melhor alternativa é prevenir um evento que é comum, mas de graves danos, na população idosa:
  1. Enquanto caminhar preste bastante atenção nesta tarefa, evite se distrair mais do que o necessário;
  2. Procure se assegurar com seu médico sobre os efeitos das medicações que você está tomando, pois algumas podem favorecer a queda;
  3. Realize atividades físicas compatíveis com seu estilo de vida e segundo sua aptidão física;
  4. Caso sinta tontura enquanto está em local público ou em casa, sente em um local seguro e peça ajuda caso necessário;
  5. Promova um ambiente livre de riscos para quedas;
  6. Realize suas atividades em seu ritmo, para isso, saia de casa mais cedo se necessário, evitando correr ou se apressar na rua enquanto anda na rua;
  7. Procure desviar de buracos ou desníveis na rua ao invés de tentar pular os mesmos.

Fonte:http://www.cuidardeidosos.com.br/sete-dicas-para-prevenir-quedas-em-idosos/