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sábado, 30 de janeiro de 2016

A importância da água para o organismo humano


A água é um componente essencial de todos os tecidos corpóreos. Ela constitui mais de 60% do organismo humano e praticamente em todas as funções necessárias à vida. Depois do oxigênio é da ausência de água que mais o organismo sentirá falta, daí a importância de ser mantida uma boa hidratação corporal.

Benefícios da água:
  • A água desempenha papel chave na estrutura e função do sistema circulatório;
  • A água atua como meio de transporte para os nutrientes e todas as substâncias corpóreas;
  • A água é essencial para os processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção (auxiliando no processo de detoxificação);
  • A água regula a temperatura corporal;
  • A água age como lubrificante em diversos órgãos e articulações;
  • Recomenda-se entre 30 e35ml de água/kg de peso corpóreo por dia.
Curiosidades: 
  • A ausência de água possui efeito mais intenso sobre a capacidade do organismo em exercer uma tarefa do que a falta de quaisquer outros nutrientes;
  • A redução entre 4 e 5% da água corpórea reduz 20 a 30% a capacidade de trabalho de órgãos e sistemas;
  • Sem água, o corpo humano só continuará funcionando por 2 ou 3 dias;
  • O corpo não possui condição para armazenamento de água, portanto a quantidade de água perdida a cada 24 horas deve ser reposta;
  • A água ingerida é rapidamente absorvida, sendo de alta digestibilidade, 20 minutos após penetrar no estômago já está no intestino.

Fonte:http://www.bensaude.com.br/noticias/leitura/433/A-import%C3%A2ncia-da-%C3%A1gua-para-o-organismo-humano

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

A relação da respiração com a reeducação postural



A respiração é um dos atos indispensáveis para a vida humana.

Apesar de podermos interferir sobre a respiração voluntariamente, ela acontece basicamente de forma automática, sem que percebamos quais músculos estão envolvidos neste processo.

O papel desta função fisiológica é manter a oxigenação de todas as células do nosso corpo e eliminar gás carbônico.

A maneira como se respira, no entanto, pode ser diferente de um indivíduo para outro, dependendo de restrições associadas a algumas doenças (rinite, asma, enfisema, etc.) ou simplesmente ao grupo de músculos que mais são utilizados. Alguns respiram predominantemente "pela barriga" (respiração diafragmática), enquanto outros respiram mais pelo tórax (respiração torácica) ou ambos (respiração mista).

Do ponto de vista ventilatório não há diferença entre elas, ou seja, qualquer uma é capaz de cumprir o papel de oxigenação e eliminação de gás carbônico.

No entanto, do ponto de vista muscular, é interessante analisarmos se a maneira de usar estes músculos não está causando impactos negativos sobre a postura.

É necessário haver um equilíbrio entre a inspiração e a expiração.

Situações de ansiedade, tensão  e medo fazem com que tenhamos uma tendência a inspirar mais do que expirar. É comum portanto surgirem dores no pescoço e nos ombros, já que os músculos situados nestas regiões (escalenos e trapézios) acabam sendo solicitados por uma "falsa demanda respiratória".

A pouca mobilidade da caixa torácica durante o processo de respiração também pode estar associada a dores nas costas, sobretudo na região torácica e na região lombar alta. Estas dores podem estar associadas ao encurtamento do músculo diafragma.

Este músculo fundamental para a respiração tem uma porção que se fixa na parte anterior e lateral do tórax e outra porção na parte posterior do tórax. Porém a grande maioria das pessoas utiliza apenas a porção anterior.

Por isso, quando pensamos em respiração, o movimento deve acontecer em toda a circunferência do tórax, assim todas as porções do diafragma estarão sendo estimuladas.

Além disso, pelo conceito de cadeias musculares, este músculo liga-se a outros músculos e estruturas  tendíneas pelas suas fáscias musculares (espécie de envoltório dos músculos). Assim, a maneira de respirar pode "mascarar" o encurtamento de outros músculos como peitorais e músculos do pescoço.

Tanto o Pilates, como o RPG e outras técnicas posturais, consideram a respiração como parte importantíssima do trabalho.

Além de conscientizar o indivíduo sobre a relação dos músculos da coluna vertebral e suas curvaturas fisiológicas, o exercícios respiratório com objetivo de mobilizar o tórax evidenciam os encurtamentos musculares que necessitam ser trabalhados.

Fazer o trabalho respiratório de maneira consciente exercita também a coordenação e promove o relaxamento muscular.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

CIRURGIA DE ALZHEIMER FEITA NA PARAÍBA FREIA EVOLUÇÃO DO MAL E RECUPERA MEMÓRIA



Pela primeira vez, na Paraíba, foi realizada a ‘estimulação cerebral profunda’ em paciente com mal de Alzheimer. A cirurgia é capaz de frear a evolução da doença e recuperar as funções da memória quando o problema está em estágio inicial. A intervenção aconteceu no dia 11 de dezembro, no Hospital Napoleão Laureano, em um paciente de 77 anos. Estima-se, no Brasil, 1 milhão e 200 mil pessoas com Alzheimer.



De acordo com o neurocirurgião Rodrigo Marmo, que realizou a cirurgia, a melhora da função da memória é comprovada e tem se mostrado em ressonâncias realizadas nos pacientes um ano depois da operação. “Há um aumento do volume do hipocampo, que é a parte do cérebro que controla a memória”, observou. Os médicos também se baseiam num exame chamado PET-Scan, que mede o metabolismo cerebral. Ele se modifica após a cirurgia no paciente com Alzheimer, e áreas da memória que estavam com pouco metabolismo se tornam mais ‘quentes’, segundo o especialista.
Antes do paciente se submeter à cirurgia, a família até pensou em ir para o Canadá, mas o médico explicou que ela poderia ser feita aqui e, após todos os exames necessários, realizou o procedimento. O idoso estava perdendo a memória e a medicação que tomava há um ano e meio fazia pouco efeito.

A família preferiu não identificar o paciente, mas a esposa dele afirmou que, ao saber da possibilidade da cirurgia, todos ficaram entusiasmados. “Tínhamos a opção de investir na cirurgia, cujos benefícios ainda não podemos ver, ou ficávamos na administração normal da medicação sem saber o destino. Optamos por lutar pela cirurgia. Fomos à Justiça e conseguimos que fosse realizada”, comemorou.

Resultados. O paciente paraibano foi operado na manhã da sexta-feira e recebeu alta no domingo, sem intercorrência neurológica. A melhora é progressiva, mas só após 30 dias é possível perceber alguma evolução. “Acho que o grande desafio foi o fato de ter sido uma primeira cirurgia desse porte no Brasil”, destacou o neurocirurgião Rodrigo Marmo.


Casos podem ser prevenidos



É possível prevenir o mal de Alzheimer em alguns casos. O neurocirurgião Rodrigo Marmo explicou que existe o fator genético, que influencia e não é modificável, e há os modificáveis. Pacientes que têm um grau de escolaridade maior, que têm mais leitura, que trabalham mais a mente de alguma forma, até com palavra cruzada, têm menos Alzheimer dos que os pacientes com baixa escolaridade.


“Isso é evidência. Previne Alzheimer e retarda em quem tem a doença. Essa é a principal forma de prevenir, além de ter hábitos de vida saudáveis, como praticar atividade física, ter um bom relacionamento familiar, com os colegas, participar de grupos de igrejas, encontros de casais. Isso tudo retarda a evolução do Alzheimer, comprovadamente”, disse o médico.


Pacientes depressivos, segundo ele, têm mais tendência a evoluir para doença de Alzheimer. “Temos que fazer o diagnóstico diferencial. Quando um paciente chega com perda de memória é suspeita de Alzheimer. Para confirmar, tem que afastar outras coisas”, destacou o neurocirurgião.

Fase inicial: 


Lapsos na memória recente;


Mudanças de comportamento (o introvertido fica falante e vice-versa);


Senso de direção comprometido;


Atitude mais agressiva que o normal;


Dificuldade de fixar novas informações;


Teimosia: diz que


não há nada errado com ele.

Fase intermediária:

Perda de memória se intensifica;


Repetição infinita


de informações;


Dependência física para desempenhar atividades simples;


Se tornam penosas ou perigosas;


Estranhamento da própria casa e dos pertences;


Alternância de momentos de lucidez e confusão mental;


Estresse, depressão e agressividade ao ser contrariado;


Esquecimento de palavras óbvias. Vocabulário prejudicado.


Fase avançada:


Dependência


física total;


O paciente não anda e quase não fala;


Não reconhece ninguém, nem a si mesmo;


Aparecimento de feridas, pneumonia, infecções e problemas de circulação;


A deglutição fica prejudicada.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Prótese após osteoartrite no quadril não impede a prática de exercícios

EuAtleta Ortopedia osteoartrite ADRIANO LEONARDI_310 (Foto: Eu Atleta)
A osteoartrite do quadril ou coxartrose é uma doença caracterizada pelo desgaste articular do quadril. Em geral, além de afastar o indivíduo do esporte, pode ser extremamente incapacitante, muitas vezes exigindo tratamento cirúrgico precoce. 
Nos indivíduos jovens, é causada por sequelas de traumas de alta energia, osteonecrose (perda da circulação da cabeça do fêmur) principalmente na infância, sequelas de infecções ou formas graves doenças autoimunes. Nos idosos, assim como qualquer articulação, está ligada à degeneração geneticamente determinada e desenvolvida ao longo dos anos. 
Os primeiros sintomas da coxartrose geralmente se manifestam como dor na virilha, localizada profundamente. Pode haver irradiação até o joelho pela parte interna e pela frente da coxa. 
O início da doença é caracterizado pela dor que aparece na virilha ou região lateral após atividades físicas mais intensas. Com repouso e o "corpo frio", a dor surge como pontadas. Após alguns passos, o desconforto melhora. Este estágio geralmente se prolonga por muitos anos e piora lentamente.   
Na evolução, a dor pode aparecer durante as atividades da vida diária e existe realcomprometimento da performance esportiva. Movimentos como calçar sapatos, cortar as unhas dos pés, entrar e sair do carro, começam a se tornar um pouco mais difíceis, devido à perda do movimento articular. Com a piora do quadro, as dores noturnas e a rigidez matinal surgem. Nesta fase já mais avançada, começa a perda real da qualidade de vida, quando a pessoa deixa de fazer o que lhe dava prazer.  
Tratamento 
O tratamento da artrose de quadril, assim como de outras articulações, deve ser individualizado, de acordo com o grau da doença e com as expectativas, modalidade esportiva e necessidades de cada paciente. Inicia-se com fisioterapia e, se possível, com hidroterapia, procurandofortalecer a musculatura regional e manter o arco de movimento.  
Exercícios de impacto devem ser evitados. A perda de peso também tem papel importante no tratamento, haja vista que o quadril suporta múltiplos do peso corpóreo. A decisão de quando submeter-se a um tratamento cirúrgico deve ser tomada pelo paciente em conjunto com seu cirurgião, ao analisar os prós e contras de cada opção. 
O tratamento cirúrgico mais comumente indicado é a prótese total de quadril. Atualmente existem inúmeros modelos de prótese que, em sua maioria, utilizam como material básico uma liga metálica (titânio ou cromo-cobalto), o polietileno e a cerâmica. A fixação da prótese pode ser realizada por cimento ou outros mecanismos de fixação. 
A indicação do modelo de prótese depende de fatores como a idade do paciente, o tipo de doença que ocasionou a destruição da articulação coxofemoral, a qualidade do osso e a experiência do cirurgião.
Retorno ao esporte 
Ao contrário do que a grande maioria dos pacientes pensa, o retorno ao esporte após a prótese de quadril é possível. Segundo alguns autores, ela acontece em cerca de 50% a 80% dos pacientes. Segundo esses autores, o retorno à atividade física é diretamente influenciado pela redução considerável na dor. 
Que exercícios evitar?
Exercícios de alto impacto como a corrida de rua, corrida de montanha, futebol e vôlei devem ser evitados, pois representam o dobro do risco de fratura ou falha dos componentes da prótese. Estudos mostram que problemas na prótese devido a atividades de alto impacto surgem em 10 anos, em média, após a cirurgia, sendo muitas vezes necessário refazer a cirurgia com potencial risco de complicações. 
Apesar das orientações quanto aos cuidados nas atividades de vida diária, a recolocação da prótese ocasionada por soltura, danos ou fratura de algum componente ocorre em apenas 14,3% do total de pacientes. Esse dado reforça ainda mais a necessidade de orientação para um retorno e a manutenção saudável e segura da atividade física, esportiva ou de lazer. Seguir as orientações do ortopedista reduz a possibilidade de participação em atividade inadequada ou que possa ocasionar danos futuros aos componentes da prótese.
Fonte:EUatleta    

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Nova substância criada pode curar a catarata

A cirurgia da catarata poderá em breve ser considerada uma “coisa do passado”. Pelo menos é o que mostra dois estudos recentes, publicados na revista Nature e na Science.
A catarata é uma camada turva que se desenvolve na região superior do olho. Ela leva vários anos para se formar, entretanto pode ser dissolvida numa questão de semanas com uma nova substância chamada lanosterol, um precursor para o colesterol e vários esteróis relacionados.
O artigo da Nature mostrou que a injeção seguida de colírios contendo a substância lanosterol em olhos de cães com a catarata mostraram o tratamento finalizado da catarata em apenas seis semanas. Veterinários poderão em breve ser capazes de substituir o bisturi para o colírio colírio a fim de tratar seus pacientes caninos, no qual é comum em alguns cães como a raça pedigree.
O artigo da Science também relata a descoberta de uma nova classe de moléculas pequenas também derivadas do colesterol. Estes esteróis foram testados para reverter a opacificação dos olhos em camundongos e, notavelmente, os efeitos foram observados em apenas duas semanas.
A Catarata e a turvação ocorre como resultado da agregação de proteínas e já foi foi considerada há um tempo atrás como não reversível. Até antes destes dois estudos serem divulgados, ninguém havia pensado que restaurar a transparência do glóbulo poderia ser uma alternativa. Estes artigos mudam a perspectiva e abrem completamente uma nova estratégia terapêutica para o tratamento da catarata no futuro.
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A cirurgia da catarata é um dos procedimentos mais comuns executados e tem uma elevada taxa de sucesso. O problema é que simplesmente não há cirurgiões oftalmológicos suficientes para executar todos os procedimentos que são necessários.
Em 2010, havia 95 milhões de pessoas que necessitavam da cirurgia de catarata, a nível mundial, e destas pessoas, 20 milhões eram cegas por conta das consequências da catarata.
O paper da Science mostra que os esteróis selecionados, poderiam ajudar no tratamento de uma série de outras doenças humanas, como a cardiomiopatia e doenças neurodegenerativas onde as proteínas semelhantes estão envolvidas. Na medida que maiores detalhes sobre o mecanismo de ação se tornarem conhecidos, será possível que essas drogas à base do esterol poderão ter aplicações para o tratamento da doença de Parkinson, a doença de Alzheimer e outros tipos de demência.
Ao longo da vida, as proteínas que se encontram na região do nosso olho, acumulam danos significativos, o suficiente para alterar as suas propriedades e iniciar o processo de formação de “agregados” que eventualmente poderão se tornar uma catarata. Assim, a pesquisa descrita nos dois papers realmente oferecem algo importante: a preservação da nossa visão à medida que envelhecemos.


domingo, 18 de outubro de 2015

Engatinhar faz parte do desenvolvimento saudável da criança

O que acontece na fase de engatinhar?

Quando começa a engatinhar, o bebê desenvolve a noção de independência. Através dos movimentos com as mãos e os pés, ele consegue perceber o que é firmeza e passa a sentar sozinho, sem precisar de ajuda. Ele também conquista a força nos braços e nas pernas, ensaiando os primeiros passos.
A fase do apoio em quatro membros é fundamental para a criança saber o que é sintonia. Quando dá os primeiros movimentos sozinha, ela não consegue se locomover direito, o que exige muito da paciência e do equilíbrio. Assim que aprende a coordenar os próprios passos, ganha confiança e segurança para evoluir.
As estruturas da coluna do bebê também se fortalecem enquanto ele engatinha. Se os pais o deixam à vontade para percorrer os cômodos da casa de quatro, ele também treina sua coordenação visual, o que vai ser muito importante na hora de ir à escola.
Conforme a criança se sente mais segura, porém, os riscos de acidente aumentam. Portanto, feche as gavetas, tire objetos perigosos de perto e tampe as tomadas.
Os pais também precisam entender que os pequenos têm seus próprios limites e devem ser respeitados de acordo com sua evolução. Forçá-los a ficarem em pé pode levar a quedas e contusões graves, já que eles podem não estar com o desenvolvimento motor preparado.

Usar ou não o andador?

Engatinhar também ajuda a criança a desenvolver seu senso de direção. Quando coordena os movimentos das mãos e dos pés, geralmente entre os nove meses e um ano de idade, o bebê decide aonde vai, explorando os ambientes e movimentando o corpo em direções específicas.
Se estiver com os joelhos protegidos, consegue resultados ainda mais rápidos para se deslocar. Deixe os pisos sempre limpos e evite que o bebê passe por lugares de chão irregular, com muitas falhas. Existem também joelheiras próprias para essa fase. Mas escolha as mais confortáveis, que não apertem ou impeçam o fluxo sanguíneo.
Apesar de estimular o processo da caminhada, o andador é um acessório bastante perigoso, pois aumenta o risco de acidentes com as crianças. Os tombos são comuns quando o bebê anda muito rápido e força as pernas antes do tempo.
Segundo especialistas, engatinhar é muito mais saudável porque o andador atrasa o desenvolvimento psicomotor das crianças. Quando utilizam o objeto, elas demoram mais tempo para conseguirem se manter em pé e caminhar sem apoio.
Portanto, deixar o pequeno passar por um crescimento sadio.

Fonte:http://vivomaissaudavel.com.br/saude/crianca/engatinhar-faz-parte-do-desenvolvimento-saudavel-da-crianca/

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

DOR NA PELVE DURANTE A GESTAÇÃO

Dor pélvica afeta uma em cada cinco mulheres grávidas e pode interferir gravemente a mobilidade e qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o tratamento deve aliviar a dor e prevenir os sintomas. É o que afirma o novo “Patient Information” publicado em Junho de 2015, pelo Royal College de Obstetras e Ginecologistas (RCOG).
A cintura pélvica é formada pelos ossos do quadril, sacro e coccix, o quadril é a base da coluna. Dor pélvica é uma dor que pode ser sentida na parte dianteira e / ou parte de trás da pélvis. É geralmente causada pelas articulações que se movem de forma desequilibrada e tornam-se menos estável. Com o bebê crescendo no útero, o peso extra, coloca mais pressão sobre a pelve e nos músculos do assoalho pélvico.
A dor pode ser leve ou intensa, mas é tratável em qualquer fase da gravidez e não causa nenhum dano ao bebê. Os sintomas incluem; dor na região pubiana, parte inferior das costas, quadris, virilhas, coxas ou joelhos, a dor agravada por certos movimentos.
Dor pélvica normalmente melhora após o parto, embora 1 em 10 das mulheres continuarão a ter os sintomas, necessitando de tratamento adicional para o alívio da dor.

Quais são as minhas opções de tratamento?
Seu fisioterapeuta irá sugerir o tratamento certo para você, e isto pode incluir:
• Orientação sobre como evitar movimentos que podem agravar a dor: quais são as melhores posições para o movimento e o repouso e como realizar as suas atividades para diminuir a dor.
• Exercícios terapêuticos que ajudam a aliviar a dor e permitir o movimento mais facilmente. É indicado trabalhar os músculos abdominais e músculos do assoalho pélvico para melhorar o seu equilíbrio e postura para deixar a coluna mais estável.
• Terapia manual para os músculos e articulações por fisioterapeuta, ou osteopata ou quiroprático, de preferência especializado em dor pélvica na gestação. O tratamento deve consistir em movimentos e manobras suaves que promovam o alívio da dor. Algumas vezes, são necessárias algumas sessões para se obter essa melhora.
Algumas opções:
• Banhos quentes, compressas de calor ou gelo
• Hidroterapia (que é diferente da hidroginástica – Atenção!)
• Acupuntura
• Um cinto de suporte lombo-pélvico ou muletas.

Para a maioria das gestantes, ter o diagnóstico precoce e tratamento imediato é fundamental, para que ela consiga aliviar a dor e continuar com suas atividades diárias normais.

A dor pélvica gestacional não é algo que você apenas tem que "aturar" até o bebê nascer, como muitos dizem por aí.

Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2208

sábado, 12 de setembro de 2015

FISIOTERAPIA PREVENTIVA: TERCEIRA IDADE COM SAÚDE

 fisioterapia-preventiva-terceira-idadePara a maior parte da população a terceira idade é sintoma de saúde em baixa e muitas consequências negativas que o envelhecimento, normalmente, traz ao corpo. 

Mas a fase não precisa implicar, necessariamente, em malefícios ao indivíduo, é possível envelhecer com saúde.
Naturalmente, ossos, tendões e músculos tendem a ficar mais frágeis nessa etapa da vida e isso costuma dificultar a prática de atividades físicas, principalmente, no caso de pessoas que não tinham o hábito de praticar exercícios na juventude. Mas a boa notícia é que a fisioterapia preventiva pode auxiliar de modo a evitar problemas ou mesmo atuar na reabilitação, prevenindo as sequelas de diferentes patologias.

Fisioterapia Preventiva
Trata-se de um conjunto de procedimentos fisioterapêuticos que ajudam no controle dos sintomas de doenças; na melhora da coordenação, concentração e postura; no aumento do relaxamento muscular e redução de tensões; no favorecimento da auto-estima, etc.

Como na terceira idade o indivíduo está mais vulnerável físico-funcionalmente é de extrema necessidade o estímulo à prevenção de patologias e deficiências, tanto de ordem física quanto psíquica. E é neste contexto que a fisioterapia preventiva se torna um grande aliado. Ela engloba diferentes exercícios físicos e respiratórios que se adaptam às necessidades individuais de cada paciente bem como aos limites de cada um e pode associar outras terapias alternativas como o Pilates.

O Pilates para terceira idade permite uma maior qualidade de vida, pois é um trabalho aplicado com uma grande margem de segurança e com baixo impacto, além disso, respeita os limites de cada um, oferecendo exercícios suaves e controlados. Isso faz da técnica uma ótima indicação aos idosos, tanto para atuar preventivamente, quanto no pós-tratamento médico ou fisioterapêutico.

Benefícios da Fisioterapia Preventiva ao idoso
Os procedimentos ajudam a prevenir os riscos de doenças comuns na terceira idade, como a diabetes, hipertensão arterial, doenças cardíacas, osteoporose, hérnias de disco, tendinites, bursites, artrose, etc. Além de atuarem no controle de dores nas articulações e em problemas de insônia, depressão ou ansiedade, por exemplo.

Fonte: fisioterapia.com

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

 Sabemos que as articulações de carga do nosso corpo, como o joelho e o quadril, são mais suscetíveis ao estresse mecânico durante as atividades cotidianas. Sendo assim, com base em toda a experiência clínica dos especialistas do “Instituto Trata – Joelho e quadril”, elaboramos dicas simples, porém funcionais para você que deseja: prevenir cirurgias, evitar o aparecimento de dor nestas regiões, encontrar a solução para impedir que a dor atrapalhe sua vida.


Joelho e Quadril – 7 Dicas para viver sem dor

  1. Realize atividades físicas que não gerem impacto excessivo como caminhada, bike, natação, Pilates, dentre outras;
  2. Procure manter o peso corporal adequado;
  3. Evite subir e descer escadas exageradamente;
  4. Evite realizar atividades que exijam agachamento até o chão, principalmente, não deixando os joelhos se projetarem para frente;
  5. Atenção redobrada quando realizar atividades em terrenos irregulares (calçadas esburacadas, trilhas, etc.) para evitar as entorses;
  6. Dobre e estique o joelho, pelo menos, 20 vezes antes de levantar, após longos períodos deitado ou sentado;
  7. Ao primeiro sinal de dor ou desconforto procure um especialista, pois pequenas mudanças nas atividades podem significar uma ótima prevenção.


Joelho e Quadril – 7 Dicas para evitar a cirurgia

  1. Utilize bolsas de gelo triturado por 30 minutos sobre a área lesionada, 2 vezes ao dia;
  2. Caso não tenha boa tolerância ao gelo, pode-se usar compressa de água quente por 15 minutos sobre a área lesionada;
  3. Procure um especialista o mais rápido possível para evitar que a lesão se torne crônica;
  4. Evite subir e descer escadas exageradamente ou atividades que exijam agachamento até o chão, principalmente, não deixando os joelhos se projetarem para frente;
  5. Mantenha uma boa força e função dos músculos do quadril e joelho por meio de exercícios de fortalecimento;
  6. Realize atividades físicas que não gerem impacto excessivo como caminhada, bike, natação, Pilates, dentre outras;
  7. Ao primeiro sinal de dor ou desconforto procure um especialista, pois pequenas mudanças nas atividades podem significar uma ótima prevenção.

Fonte:Fisioterapia Manual

terça-feira, 25 de agosto de 2015

transtornos-do-sono-fisioterapia
Você já sofreu ou ainda sofre com insônia ou apneia? Saiba que esses transtornos do sono podem conferir malefícios à saúde, resultando em alterações importantes no sistema imunológico, por exemplo.

Caracterizando os Transtornos do Sono

O sono é regulado por um grande número de neurotransmissores e hormônios que operam com o objetivo de assegurar que o mesmo não seja perturbado por fatores externos. Nos seres humanos, em especial, ele é dividido usualmente em duas fases principais: sono de Movimento Rápido dos Olhos (REM), que é o sono profundo, onde ocorrem os sonhos, e o sono “não REM”.
A apneia obstrutiva do sono é caracterizada por episódios repetidos de obstrução das vias aéreas de forma parcial ou completa que resultam em um sono fragmentado, sonolência excessiva e, frequentemente, uma alteração na respiração que pode ser uma respiração intensa ou fraca. A apneia está associada a problemas cardiovasculares, como hipertensão arterial, arritmia cardíaca e síndromes metabólicas como, por exemplo, o diabetes. A obesidade também pode funcionar como outro fator desencadeante de apneia do sono. Vale ressaltar ainda que se você sofre de estresse também está mais suscetível aos transtornos do sono. O estresse é considerado como um dos grandes fatores desencadeantes de insônia.

O que pode comprometer a qualidade do sono?

Muitos estudos vêm sendo realizados para avaliar o impacto do sono inadequado sobre a qualidade de vida, a morbidade (surgimento de doenças) e a mortalidade. Além do mais, sentimentos reprimidos podem causar uma ativação psicológica ou fisiológica tendo como resultado a insônia.
A qualidade do sono está associada a diversos fatores, como o estresse, o colchão utilizado e a postura correta na cama, que não só contribui para uma boa noite de sono como também para a saúde da sua coluna.

Veja algumas dicas para fugir dos transtornos do sono:

– O colchão deve proporcionar um excelente suporte ao corpo, adaptando-se à sua forma. Quando comprar o colchão, você deve adquirir o produto conforme o seu biotipo. Dormir bem é fundamental para a saúde do corpo e da mente.
– Pratique atividades físicas para liberar o corpo de tensões e do estresse.
– É necessário que o corpo esteja na postura correta e a coluna deve ser mantida com bom alinhamento. Os cuidados posturais também ajudam a afastar os riscos de dores na coluna, prejudicando o rendimento no dia seguinte. Ao dormir, opte pela posição de lado que é considerada a mais indicada (devem ser utilizados dois travesseiros: um para a cabeça, na altura ideal que forme um ângulo de 90º no pescoço, e o outro entre os joelhos que devem estar semiflexionados) ou pela posição de barriga para cima (de ser utilizado um travesseiro – baixo ou médio – para apoiar a cabeça e que deve preencher o espaço entre a cervical e a nuca e outro travesseiro também deve ser colocado entre os joelhos semiflexionados, descansando-os). Evite a posição de bruços!

Auxílio da Fisioterapia

Mas, o que a fisioterapia tem a ver com tudo isso? Simples: um bom programa de fisioterapia, baseado na avaliação do nível de estresse e atividades de vida diária, pode ser uma solução para quem apresenta uma má qualidade do sono, insônia ou apneia do sono.
Fonte:http://fisioterapiamanual.com.br/blog/artigos/fisioterapia-tratamento-transtornos-do-sono/

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Principais lesões do joelho

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Uma das maiores articulações do nosso corpo é o joelho, basicamente formada por três ossos: o fêmur, a tíbia e a patela que estão ligados por meio de algumas estruturas como meniscos, tendões dos músculos das coxas e panturrilhas e ligamentos. Por ser bastante vulnerável aos traumas diretos e indiretos, além do seu alto uso (muitas vezes de maneira inadequada), o joelho é uma das áreas que mais sofrem lesões no corpo humano.
No dia a dia, diferentes ocasiões podem favorecer o aparecimento de patologias no joelho, como traumas ou posturas incorretas, por exemplo, mas é no meio esportivo que a incidência de lesões é bem maior, estando no auge das ocorrências ortopédicas. Isso ocorre porque, caso a prática esportiva não seja realizada de maneira dosada, pode acabar sobrecarregando o joelho, gerando efeitos nocivos e muitas vezes de ampla gravidade.
Veja abaixo as principais patologias que acometem o joelho:
– Ligamento Cruzado Anterior
O LCA conecta a tíbia ao fêmur, protegendo o joelho de importantes movimentos que o esporte exige, por exemplo, envolvendo rotação e translação, como é o caso dos movimentos para mudar de direção. Uma vez rompido o LCA, o indivíduo passa a sentir bastante dificuldade para realizar algumas atividades que envolvam a rotação do joelho.
– Ligamento Cruzado Posterior
A principal função do LCP é impedir a translação posterior da tíbia em relação ao fêmur, além de prevenir a rotação externa da tíbia. Lesões nesta estrutura levam à instabilidade do joelho e hiperpressão femoropatelar, podendo causar desde a dor característica até alterações degenerativas.
– Luxação patelar
A patela pode luxar ou sair da articulação com menor frequência ou de forma recidivante, principalmente em mulheres jovens. Para o surgimento de patologias a partir da luxação patelar, diversos fatores são analisados como sexo, idade, atividades corriqueiras, dentre outras. Em alguns casos é comum o surgimento da Síndrome fêmoro-patelar que causa, dentre outros sintomas, dor no joelho pelo contato entre a patela e o fêmur por questões anatômicas ou desequilíbrios musculares. Entre as causas para a luxação patelar estão os casos de patela alta e alterações ósseas do fêmur, por exemplo.
– Condromalácia patelar          
Conhecida popularmente por joelho de corredor, a condromalácia patelar surge em decorrência de um “amolecimento” da cartilagem. A causa não é exata, mas pode estar relacionada com fatores anatômicos, histológicos e fisiológicos. Um dos fatores comuns é por sobrecarga. Dentre os sintomas podem ser apontados: inchaço por baixo da edema do joelho; dor constante no meio do joelho; dor durante uma corrida, ao descer ou subir escadas e ao ficar muito tempo sentado.
– Artrose do joelho
Por suportar bastante peso ao longo do dia é normal que com o passar dos anos seja verificado um processo de desgaste da cartilagem ou “artrose”. Muitas vezes, o paciente apresenta o problema no joelho, mas não sente dores associadas.
– Tendinite patelar
Patologia do tendão patelar que, normalmente, relaciona-se com atividades no esporte que envolvem saltos e desacelerações bruscas, é o caso do atletismo e do futebol, por exemplo. Também conhecida como “joelho do saltador”, trata-se de uma das doenças do joelho mais comuns que afetam os atletas.
– Sindrome do corredor
Consiste numa inflamação da banda iliotibial (região lateral da coxa) como consequência da flexo-extensão excessiva do joelho que é resultante de fatores que promoveram um aumento na tensão ou atrito na região. Os principais sintomas são hipersensibilidade, dor e queimação na região lateral do fêmur. Diversos fatores podem favorecer o aparecimento da lesão, como calçados inadequados, sobrecarga provocada por treinamentos e competições e encurtamentos musculares.
– Lesões de menisco
O menisco é uma estrutura localizada no meio do joelho, entre o fêmur e a tíbia. Eles são responsáveis pela absorção dos impactos realizados sobre os joelhos e diferentes situações podem gerar lesões nessas estruturas, especialmente, nos casos de movimentos de giro.
– Cisto de Baker
Diferentes patologias que afetam os joelhos, como artrose, lesões meniscais, lesões na cartilagem, dentre outras, podem promover um aumento na produção de líquido sinovial, popularmente conhecida por sinovite, que levará a formação do cisto de Baker. Os principais sintomas são dor e rigidez no joelho e inchaço na parte de trás (às vezes, estendendo-se para a perna). O aumento de líquido provoca uma saliência, causando sensação de desconforto atrás do joelho.