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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Terapia Manual x Dor

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Hoje praticamente podemos afirmar que não existe um ser humano que nunca tenha tido uma experiência dolorosa, pois a dor pode aparecer por inúmeras causas e a ciência hoje tenta detectar as possíveis causas para que possamos tratar as possíveis sequelas desta. 

Em virtude do que foi exposto acima podemos dividir a dor em dois tipos básicos: 

a) Dor em pontada à tipo de dor aguda, de fácil localização; 
b) Dor em queimação à tipo de crônica, caracterizada por sua continuidade e por sua longa duração; 

Para estes dois tipos de dores, possuímos hoje uma infinidade de terapias para seu tratamento, como o medicamentoso, a acupuntura; termo foto eletroterapia, e a terapia manual, que será nossa proposta com este artigo. 

Dentre todos os métodos terapêuticos abordados acima, começa a ganhar corpo e ser nacionalmente reconhecida a eficiência das abordagens manuais, ou seja, as terapias manuais. Gostaria de salientar que não estamos falando de efeitos placebo, pois técnicas como Osteopatia, Miofasciaterapia, Quiropatia (praxia), Mulligan, Maitland entre outras são técnicas reconhecidas internacionalmente por sua eficácia e comprovadas por testes científicos em diversos paises da Europa, América do Norte, Ásia, etc. 

Estas técnicas chegaram ao Brasil ao longo das duas ultimas décadas do século XX, e foram conseguindo seguidores e profissionais sérios que as difundiram dentro do meio acadêmico e cientifico nacional e agora as mesmas começam a chegar a população em geral. 

Dentro destas podemos tratar ou amenizar os efeitos dolorosos de um numero absolutamente grande de algias causadas no ser humano. Não gostaria de com isso colocar que essas pessoas devam abandonar seus tratamentos atuais (medicamentos, médicos, etc) e sim que deveriam avaliar a possibilidade de possivelmente serem beneficiadas e terem seus problemas minorados com o uso destas técnicas, pois estas quando bem aplicadas poderão minimizar o quadro e potencializar efeitos de melhora em seu tratamento. 

Dentro deste contexto podemos colocar, por exemplo, que existem manobras para as cefaléias tensionais (enxaquecas e dor de cabeça) que irão reposicionar muscular e articularmente as regiões envolvidas e inclusive pode levar a um desaparecimento gradual do quadro, manobras para cólicas menstruais, onde podemos com isso diminuir o fluxo de sangue local, aliviando quase que de forma imediata os tão indesejados efeitos sistêmicos provocados por essa fisiologia hormonal, etc. 

Tais manobras como afirmamos anteriormente quando realizadas por um profissional sério podem beneficiar e muito estas pessoas atenuando sintomas e em alguns casos fazendo com que estes nunca mais apareçam. 

Fonte: façafisioterapia

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

A pisada e as dores no corpo


Você já comprou um sapato novo e após utilizá-lo percebe que um lado está mais desgastado do que o outro ou que o calçado está totalmente deformado? Isso pode ser um sinal de alerta em relação à pisada. Pisar de forma errada ou torta pode comprometer toda a saúde do corpo e consequentemente gerar muitas dores.

O corpo acaba realizando compensações que muitas vezes elevam a sobrecarga das articulações do joelho, quadril e principalmente da coluna, causando fortes dores. Por isso, é preciso ficar atento ao tipo de pisada para evitar incômodos; os principais pontos afetados são joelho, quadril, articulações e coluna vertebral.

Os cuidados devem ser redobrados ao se automedicar ou ao procurar soluções caseiras que muitas vezes são transmitidas por meio de conhecimentos populares. A procura por esportes como a natação, por exemplo, ou até mesmo um tipo específico de calçado, pode ser prejudicial sem o acompanhamento e a orientação de um profissional. Por exemplo, o diagnóstico do ''pé chato'' inclui um exame físico no qual é avaliado o movimento do pisar e a forma mecânica do caminhar descalço e com sapato. É observado também a parte da frente e de trás do pé para verificar o padrão de gasto da sola do calçado. Além disso, caso o paciente sinta muitas dores, ele pode solicitar exames para integrar a avaliação.

Antigamente era comum que os médicos recomendassem o uso de botas ortopédicas a fim de ajustar a curvatura dos pés, mas hoje esta conduta é mais restrita, sendo utilizada apenas em algumas situações específicas, como nas crianças com grande hiperfrouxidão ligamentar e de dores recorrentes nos pés ou pernas, atribuídos ao desequilíbrio mecânico provocado pelo posicionamento anormal dos pés.

O tratamento da pisada torta consiste desde o uso de produtos ortopédicos como palmilhas personalizadas, botas, exercícios de alongamento - que ajudam quando o paciente tem um tendão de Aquiles -, uso de sapatos que contenham mais apoios até a perda de peso, que contribui para um alívio da pressão local, proporcionando uma melhora na dor.
Consulte sempre um fisioterapeuta para dar um diagnóstico adequado da sua dor e te ajudar na correção da pisada. 


domingo, 17 de janeiro de 2016

O uso do Nintendo Wii na Paralisia Cerebral

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O Journal of Physical Therapy Science publicou uma pesquisa sobre o efeito do treinamento com jogos do Nintendo Wii Fit sobre o desempenho motor de 40 crianças com paralisia cerebral espástica (6-10 anos de idade e GMFCS Nível III). Os participantes foram aleatoriamente divididos em grupos iguais: grupo experimental, que praticaram o jogo Nintendo Wii Fit por pelo menos 20 minutos durante 12 semanas e o grupo controle que não realizou qualquer treinamento. A avaliação ‘Movement Assessment Battery for Children-2 (mABC-2)’ foi utilizada para avaliar o desempenho motor.
Os resultados indicaram o seguinte:
melhorias significativas nas sub-escalas do teste das crianças que haviam praticado com o Nintendo Wii, enquanto o grupo controle não apresentou alterações significativas no seu desempenho motor.
Os pesquisadores concluíram que o uso de jogos interativos auxiliam os movimentos e é viável para utilização a domicílio em crianças com PC.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Você sabe como o raio laser atua na regeneração de músculos e tendões?


Nas duas últimas décadas, vimos os lasers saírem da ficção científica e dos laboratórios de pesquisa para fazerem parte do nosso cotidiano. Presente das indústrias às salas cirúrgicas, o laser hoje é usado como ferramenta por profissionais de todas as áreas, incluindo, na área da saúde, os fisioterapeutas. 

Apesar de ser comum associarmos o laser ao calor que ele pode produzir, a dose do laser utilizada pelos fisioterapeutas não é alta o suficiente para aquecer os tecidos. Ou seja, seus efeitos não são causados pelo calor que ele produz, mas pela própria luz diretamente. 
Algumas moléculas presentes em nosso corpo, chamadas cromóforos, têm a capacidade de reagir quando absorvem luz. Elas estão presentes tanto em proteínas bem conhecidas, como a melanina e a hemoglobina, quanto em outras menos conhecidas, como os citocromos, que estão presentes em todas as nossas células. 
Clinicamente, observamos como resultado das reações à luz um efeito analgésico e um efeito estimulante. Seu efeito estimulante é importante porque resulta em uma proliferação de fibroblastos, a principal célula responsável pela reparação tecidual. Estes fatores explicam por que seus efeitos na regeneração de feridas abertas, músculos e tendões são tão significativos.
O laser na fisioterapia é muito útil no tratamento de inflamações e reparação de lesões em músculo e tendões. Porém, como qualquer recurso na área, ele deve ser utilizado em conjunto com exercícios, tratando também as causas mecânicas da lesão. 
Fonte:beesports

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

NOVO TRATAMENTO AJUDA PARAPLÉGICOS A RECUPERAR MOVIMENTOS DAS PERNAS SEM CIRURGIA

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Lesões na coluna espinhal podem ser fatais, afinal essa estrutura do corpo é responsável por levar os comandos do cérebro para todo o corpo. E mesmo quando essas contusões não matam, muitas vezes podem levar a paralisia das pernas ou mesmo dos braços também. No entanto, um novo tipo de terapia, testado nos Estados Unidos, tem mostrado resultados animadores para a recuperação desse tipo de caso, sem necessidade de cirurgia.
Os resultados foram publicados na edição de Agosto do Journal of Neurotrauma.Neste estudo, cinco pacientes homens com paralisia dos membros inferiores há mais de dois anos foram submetidos a sessões de treinamento de 45 minutos por 18 semanas. Nessas sessões, eletrodos foram colocados na parte inferior das costas desses pacientes, transmitindo uma série única de correntes elétricas, que não causava desconforto algum aos pacientes.No começo do experimento, os pacientes só moviam as pernas quando o estímulo elétrico era forte o suficiente para causar reações involuntárias. Mas, com o passar do tempo, no entanto, era pedido que os pacientes tentassem mover as pernas enquanto esses estímulos elétricos eram aplicados, o que fez com que a gama de movimentos aumentasse significativamente.
Nas últimas quatro semanas, foi adicionado também ao tratamento o medicamento buspirona duas vezes ao dia. Esse remédio mimetiza a ação do hormônio serotonina e já ajudou a induzir movimentos em ratos com problemas na coluna espinhal.
No final do estudo, os homens conseguiam mover as pernas sem estimulação elétrica, mas ainda precisavam tomar a buspirona. Os movimentos tinham as mesmas características de quando os pacientes ainda recebiam estimulação elétrica.
Fonte: MSN

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Novo tratamento para lesados medulares no Brasil

Nos primeiros meses após a lesão medular (LM), o organismo do paciente sofre uma série de alterações decorrentes da redução da atividade nervosa, tais como redução da pressão arterial e da frequência cardíaca, risco de insuficiências cardíaca e respiratória, alterações no sistema que regula a temperatura do organismo e perda do tônus muscular.
Passada esta fase, o organismo começa a se adaptar à nova condição, redistribuindo algumas funções e e os neurônios da medula assumem a função que antes cabia ao cérebro, que foi desconectado do sistema – fenômeno denominado de neuroplasticidade. Boa parte dos problemas enfrentados por estes indivíduos são consequência da forma desordenada com que se dá este fenômeno.
Pensando nisso, este tratamento foi criado para melhorar a qualidade de vida dos lesados medulares. Saiba como é realizado este tratamento:
O eletrodos são então implantados em contato com os nervos femorais – que controlam o músculo quadríceps femoral – os nervos ciáticos – que controlam o quadril e os pés – e os nervos pudendos – que controlam a bexiga, o reto (a porção final do intestino) e o ânus.
Os estímulos elétricos nos nervos pudendos relaxam a bexiga, aumentando sua capacidade, e contraem os esfíncteres da uretra e do ânus, diminuindo o risco de incontinência urinária e fecal.
Estímulos de baixa frequência nos nervos femorais e ciáticos diminuem a espasticidade nos músculos das pernas, além de recrutar fibras musculares, melhorando a atrofia muscular. Já os estímulos de alta frequência promovem a contração dos músculos quadríceps, extendendo os joelhos, e dos músculos dos glúteos e da panturrilha, ajudando a firmar os quadris e os pés. Estes movimentos permitem ao paciente exercitar as coxas e, com treino e muita fisioterapia, ficar de pé e dar passos com o auxílio de um andador, como se estivesse usando órtese para estabilizar os joelhos.
Para entender melhor, assista o vídeo abaixo:

Fonte:http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/