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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Luva ajuda paciente com AVC a recuperar movimentos

Luva coreana
Ela se parece com o acessório que a Nintendo fez para que usuários de seu videogame aprimorem suas experiências, mas a Smart Rapael tem uma função bem diferente. A luva inteligente foi desenvolvida para ajudar na reabilitação de pacientes que sofreram um AVC (acidente vascular cerebral).
O produto usa jogos especialmente desenvolvidos para recuperar a capacidade neuromotora de quem teve um derrame. Possui sensores que monitoram o movimento da mão e do braço e encaminham os dados para o computador avaliar a qualidade dos movimentos e o progresso do paciente.
A companhia coreana Neofect diz que um dos maiores méritos da luva é sua capacidade de motivação, citando estudos no país que mostram que 85% dos pacientes não completam seus programas de reabilitação e, consequentemente, convivem o resto de suas vidas com as sequelas do AVC.
"Apenas mover a mão de alguém, de certa maneira, pode não melhorar a condição da pessoa, já que grande parte da recuperação acontece no cérebro. Costuma-se focar muito o lado clínico da coisa, mas não o suficiente no aspecto motivacional", afirma o presidente, Ban Ho Young.
A luva inteligente foi oferecida primeiramente para hospitais e centros de reabilitação na Coreia do Sul. No ano que vem, deve estar disponível para os consumidores por US$ 10 mil e também para aluguel.

Fontes:QSocial

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

FISIOTERAPIA PODE SER GRANDE ALIADA NA RECUPERAÇÃO DE PACIENTES QUE SOFRERAM AVC

 Responsável pela diminuição dos sintomas de alterações neurológicas, a fisioterapia atua na restauração de funções como a coordenação motora, o equilíbrio, a força e os movimentos – perdidos durante o AVC (Acidente Vascular Cerebral). Para suavizar e até normalizar as sequelas, os tratamentos mais usuais dentro da fisioterapia neurológica consistem na utilização de recursos como a eletroestimulação e terapias manuais.

Em combinação com as demais técnicas, alguns aparelhos como o Simulador de Movimento têm se tornado fundamental na recuperação parcial ou total dos movimentos dos pacientes neurológicos. “O grande segredo para a recuperação dos movimentos é perceber e avaliar a evolução de cada paciente, durante o tratamento. Reconhecendo o que pode ser mudado, reforçado ou suavizado durante as sessões” – pontua Dr. Rodrigo Peres, Diretor da Central da Fisioterapia.
 De acordo com o Ministério da Saúde, só no ano de 2011, o AVC causou 100 mil mortes, sendo quase metade em mulheres. Entre 2000 a 2010, 62 mil pessoas com menos de 45 anos morreram em virtude do AVC; e só em 2012, quatro mil pessoas entre 15 e 34 anos foram internadas por causa do problema no país.

Com base nestes dados, é importante contar com a ajuda da medicina, de modo a intervir e contribuir para que as pessoas que sofreram o Acidente Vascular Cerebral retomem sua rotina, rapidamente, já que é comum a alteração dos movimentos ou até mesmo paralisia de um ou mais membros do corpo. Nestes casos, a fisioterapia neurológica é uma grande aliada.
Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2188

terça-feira, 21 de abril de 2015

Dorminhocos podem ter mais risco de sofrer um AVC, diz pesquisa


Estudo aponta que pessoas que dormem mais de oito 

horas por noite têm 46% mais probabilidade de 

sofrer um derrame cerebral


Risco: participantes que mudaram os hábito de sono,
 passando a dormir muitas horas, apresentaram quatro vezes mais 
probabilidade de sofrer um AVC(Thinkstock/VEJA)

Um estudo apontou que pessoas que dormem mais de oito horas por noite têm 46% mais probabilidade de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) do que pessoas que dormem entre seis e oito horas. A pesquisa foi publicada na quarta-feira, na edição online do periódico Neurology, da Academia Americana de Neurologia.
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores acompanharam os hábitos de sono de 9 692 pessoas, por nove anos. No início do estudo, nenhuma delas tinha sofrido um AVC e, no decorrer da pesquisa, 346 pessoas tiveram um derrame.
Além disso, aqueles que mudaram seus hábitos de sono no decorrer da pesquisa, passando de menos de seis horas dormidas por noite para mais de oito horas, mostraram quatro vezes mais propensão de sofrer um derrame, em comparação com quem manteve o mesmo padrão ao longo do estudo.
Mais estudos - Para uma das autoras do estudo, Yue Leng, pesquisadora da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, mais pesquisas são necessárias para entender a associação entre horas dormidas e AVC. "Ainda não sabemos se a longa quantidade de sono é causa, consequência ou marcador precoce de problemas de saúde", disse.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/dorminhocos-podem-ter-mais-risco-de-sofrer-um-avc-diz-pesquisa