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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

A relação da respiração com a reeducação postural



A respiração é um dos atos indispensáveis para a vida humana.

Apesar de podermos interferir sobre a respiração voluntariamente, ela acontece basicamente de forma automática, sem que percebamos quais músculos estão envolvidos neste processo.

O papel desta função fisiológica é manter a oxigenação de todas as células do nosso corpo e eliminar gás carbônico.

A maneira como se respira, no entanto, pode ser diferente de um indivíduo para outro, dependendo de restrições associadas a algumas doenças (rinite, asma, enfisema, etc.) ou simplesmente ao grupo de músculos que mais são utilizados. Alguns respiram predominantemente "pela barriga" (respiração diafragmática), enquanto outros respiram mais pelo tórax (respiração torácica) ou ambos (respiração mista).

Do ponto de vista ventilatório não há diferença entre elas, ou seja, qualquer uma é capaz de cumprir o papel de oxigenação e eliminação de gás carbônico.

No entanto, do ponto de vista muscular, é interessante analisarmos se a maneira de usar estes músculos não está causando impactos negativos sobre a postura.

É necessário haver um equilíbrio entre a inspiração e a expiração.

Situações de ansiedade, tensão  e medo fazem com que tenhamos uma tendência a inspirar mais do que expirar. É comum portanto surgirem dores no pescoço e nos ombros, já que os músculos situados nestas regiões (escalenos e trapézios) acabam sendo solicitados por uma "falsa demanda respiratória".

A pouca mobilidade da caixa torácica durante o processo de respiração também pode estar associada a dores nas costas, sobretudo na região torácica e na região lombar alta. Estas dores podem estar associadas ao encurtamento do músculo diafragma.

Este músculo fundamental para a respiração tem uma porção que se fixa na parte anterior e lateral do tórax e outra porção na parte posterior do tórax. Porém a grande maioria das pessoas utiliza apenas a porção anterior.

Por isso, quando pensamos em respiração, o movimento deve acontecer em toda a circunferência do tórax, assim todas as porções do diafragma estarão sendo estimuladas.

Além disso, pelo conceito de cadeias musculares, este músculo liga-se a outros músculos e estruturas  tendíneas pelas suas fáscias musculares (espécie de envoltório dos músculos). Assim, a maneira de respirar pode "mascarar" o encurtamento de outros músculos como peitorais e músculos do pescoço.

Tanto o Pilates, como o RPG e outras técnicas posturais, consideram a respiração como parte importantíssima do trabalho.

Além de conscientizar o indivíduo sobre a relação dos músculos da coluna vertebral e suas curvaturas fisiológicas, o exercícios respiratório com objetivo de mobilizar o tórax evidenciam os encurtamentos musculares que necessitam ser trabalhados.

Fazer o trabalho respiratório de maneira consciente exercita também a coordenação e promove o relaxamento muscular.

sábado, 17 de outubro de 2015

Fisioterapia na Gravidez

fisioterapia na gravidez
Mudanças físicas e psicológicas marcam a mulher durante o período de gestação. Apesar de ser considerado um momento mágico para muitos, não tem como negar que, muitas vezes, essas mudanças vem acompanhadas de desconfortos e limitações, que impedem a mulher de levar uma vida totalmente igual à que levava. E após o parto, os cuidados com o bebê também exigem mais do corpo da mãe, que acrescentará novas atividades ao seu cotidiano, como trocar fraldas e dar banho.
Durante esse período, o útero passa por um processo de expansão, gerando uma curvatura nos ossos e, principalmente, na lombar e no quadril. A coluna sofre o impacto causado pela expansão da barriga, causando uma desarmonia das cadeias musculares. Essas cadeias passam por duas alterações: a posterior fica sob estresse de tensão muscular constante e a anterior, sofre processo de estiramento. Essas mudanças podem ocasionar frouxidão dos ligamentos vertebrais, rotação das vértebras e pinçamento de nervos.
Por isso, apesar de pouco divulgada, a fisioterapia na gravidez exerce um papel importante em cada fase da gestação, sempre visando a promoção da saúde e do bem-estar da mulher. A fisioterapia pré-natal, por exemplo, prepara o corpo da mulher para dois momentos: o pré e o pós-parto, prevenindo, tratando e reabilitando possíveis disfunções, desconfortos, dores ou lesões. Assim, a fisioterapia oferece: exercícios de alongamento e fortalecimento de determinados músculos; exercícios aeróbicos; conscientização corporal; melhora na circulação sanguínea, correção da postura e exercícios de relaxamento. Como resultado, as futuras mamães sentem alívio durante momentos como câimbras, inchaço, falta de ar e dores na coluna vertebral e na pélvis, além de ficar mais preparada para o parto.
Os cuidados com o assoalho pélvico também é importante, pois ele é formado por um conjunto de tecidos de revestimento que fecha a cavidade inferior da pelve (músculos, ligamentos e fáscias). Essas estruturas são as responsáveis pela sustentação de órgãos como útero, reto e bexiga e controlam a urina, as fezes e a atividade sexual. Então, caso a mãe apresente disfunções urinárias, por exemplo, os exercícios da fisioterapia são bastante indicados
É função do fisioterapeuta avaliar os músculos do assoalho pélvico, focando na sua coordenação, tônus, resistência e força. Caso haja algum problema, é ele quem promove a sua reabilitação.
Fonte:http://fisioterapiamanual.com.br/blog/artigos/fisioterapia-na-gravidez/

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Reaprenda a viver com a RPG


Reeducação postural global, a popular RPG, é uma técnica que se dedica a ensinar novamente as pessoas a se posicionar de forma correta, a se sentar e até a respirar adequadamente. Os exercícios ajudam a eliminar dores e podem evitar surgimento de novos problemas.


Dor, fisgada, queimação. As denominações para os desconfortos que acometem músculos, ossos e articulações são variáveis, mas a desagradável sensação atinge a todos, não importa a idade, a raça ou o sexo. Quem nunca se queixou ou sofreu com dores no sistema músculo-esquelético, que compõe a máquina complexa que é o corpo humano? Quando não é decorrente de acidentes ou de processos degenerativos que alteram a anatomia humana, a dor sinaliza que a postura está alterada. E é ela, a postura, o foco da reeducação postural global, técnica da fisioterapia desenvolvida na França há três décadas, a conhecida RPG. O método corrige lesões e deformações do corpo, além de ensinar o paciente a se posicionar de forma correta, curando lesões, evitando novos problemas e proporcionando equilíbrio.

As tensões da vida contemporânea e a falta de movimentação corporal têm transformado o homem em um ser sentado e curvado. É o que acredita o fisioterapeuta Oldack Borges de Barros. Ele explica que, diferentemente da fisioterapia tradicional, a RPG não trata apenas o local lesionado. “Nossos músculos estão interligados em cadeias que interferem umas nas outras. Na RPG, tratamos a causa do problema, não apenas o sintoma. Avaliamos o paciente a partir do local da queixa, mas distinguimos os mecanismos de compensação que desencadeiam a dor. Uma lesão na coluna pode ser resultado de um problema no pé. Para se livrar da dor, a pessoa passa a pisar torto e compromete os músculos e as articulações de todo o sistema”, esclarece o fisoterapeuta, presidente da Sociedade Brasileira de RPG.

A RPG pode trabalhar todos os problemas atendidos pela fisioterapia, com a vantagem de ser um tratamento global voltado para as limitações individuais de cada paciente. Isso porque, segundo Oldack, ninguém sofre de forma igual, ainda que a região do corpo comprometida seja a mesma. Desvios na coluna, pés chatos, males dos joelhos, hérnias de disco, mazelas decorrentes de alterações neurológicas, tendinites, doenças causadas por esforço repetitivo e contusões sofridas por esportistas são todos exemplos de transtornos abordados pela técnica.

No primeiro encontro com o paciente, são avaliadas sete zonas do corpo para identificar a causa da dor e da alteração postural. “Examinamos cervical, a lombar, o quadril, os joelhos, os pés e os ombros, além de verificar o fluxo da respiração do indivíduo, detalhe que compromete radicalmente o equilíbrio postural da pessoa. O homem desaprendeu a respirar e passa a maior parte do tempo sentado de forma incorreta. Temos uma defasagem entre o ar que entra e o que sai dos pulmões. Esses fatores passam desapercebidos até surgirem as dores e os desequilíbrios”, enfatiza.

Passos
 
Depois da avaliação, o fisioterapeuta traça o planejamento da terapia, que contempla atividades para eliminar as dores e corrigir a postura. Os profissionais lançam mão de oito exercícios, que fortalecem os músculos dinâmicos, responsáveis pela movimentação corporal, e alongam os estáticos, encarregados de manter o corpo em pé. Na sessão de RPG, que dura no mínimo uma hora, são trabalhadas posturas — movimentos lentos, graduais e progressivos no paciente. “O objetivo é alongar e descomprimir o corpo, permitindo que os músculos voltem a ficar nas posições fisiologicamente corretas. O sistema músculo-esquelético é ajustado o tempo todo e o paciente tem uma participação muito ativa no tratamento”, observa Priscila Jacarandá Moreira, fisioterapeuta que aplica a técnica em Brasília. “Os desajustes na postura são vivenciados por crianças e adolescentes. Isso é mais comum do que se pensa. A RPG é indicada a partir da idade em que o jovem paciente consiga ter a disciplina para trabalhar a sustentação da postura. Não tratamos a doença, mas o indivíduo”, acrescenta.

O especialista fica ao lado do paciente o tempo todo, para não permitir desvios da posição trabalhada. Assim, a postura é assimilada e o corpo vai resgatando o equilíbrio aos poucos. Para quem está de fora parece fácil, mas aqueles que passam pelo tratamento admitem saírem cansados da sessão. O estudante Dayver Clavo Medeiros Veiga, 16 anos, sofre com uma escoliose que vinha lhe tirando o sono. “Sentia dores intensas na região peitoral. Cheguei a consultar um cardiologista, imaginando que estivesse com um problema cardíaco. Tomei remédios sem necessidade até começar a terapia da RPG. Gostava de malhar e precisei parar, pois a sobrecarga de peso agrava o desvio da coluna”, conta. “Também passei a ter dificuldades para assistir a aulas, porque permanecer muito tempo sentado provoca grande desconforto. A dor altera nossa vida.” Dayver passou por seis sessões de RPG e já sente a diferença. “Não tinha flexibilidade nenhuma. Meu corpo estava travado. Na terapia, aprendi a equilibrá-lo de maneira adequada e consigo respirar melhor. Praticamente não sinto mais dor”, acrescenta.

Alívio
A promotora de eventos Francisca Aguiar da Silva, 37 anos, tem uma doença degenerativa na coluna vertebral. A dor e os torcicolos constantes roubaram a qualidade de vida que ela sempre buscou. “Não conseguia mais trabalhar em paz e a vida social estava estagnada. Não dormia e nem encontrava posição para me livrar do desconforto. Na rua, tropeçava com frequência. Meu corpo estava completamente desequilibrado”, conta. Depois de 16 sessões de RPG, a rotina mudou. Francisca comemora o avanço e diz que a terapia lhe ensinou a reconhecer o corpo, a se posicionar. Os torcicolos não ocorrem mais e ela ganhou confiança para caminhar sem tropeços. “Confesso que desconfiei e resisti em aderir ao tratamento. Achei que fosse simples demais e que não traria resultados. Fiz 16 sessões e hoje me considero outra pessoa. Nunca mais senti dor e não vou abandonar a RPG nunca. Ela me ensina mais a cada dia”, garante.

O ortopedista Denys Aragão explica que a técnica tem sido muito indicada por médicos que conhecem os benefícios. “A RPG proporciona resultados imediatos. Os pacientes conseguem curar os problemas e aprendem a conhecer o próprio corpo. A terapia atua no sistema nervoso central, o que estimula a pessoa a manter a postura correta, evitando novos danos que comprometem o sistema músculo-esquelético. Indicamos para dores lombares e articulares, lesões de meniscos, tendinites, bursites, deformidades torácicas e desvios na coluna”, pontua.

Palavra de especialista
Ajuda às gestantes
A reeducação postural global foi adotada pelo Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) há 10 anos, para tratar a lombalgia em gestantes. Estudos realizados em diversas partes do mundo revelam que 90% das mulheres grávidas sofrem com dor na lombar. Quando não cuidado, o desconforto tende a piorar com a evolução da gestação. As gestantes com idade mais avançada são as mais atingidas, mas cerca de 60% das adolescentes também passam pelo desconforto. Até o quarto mês de gravidez, trabalhamos com a RPG e outras técnicas da fisioterapia sem que os exercícios tragam qualquer dano para esse tipo de paciente. Depois desse período, a barriga não permite as posições. Nessas pacientes, o propósito não é alterar a postura, mas minimizar as consequências provocadas pelas alterações fisiológicas da gestação. O resultado é extremamente positivo. Em duas sessões, as gestantes se livram da dor. Recomendamos que a RPG seja utilizada antes de a mulher engravidar, para corrigir o que precisa ser corrigido e fortalecer a musculatura.
Miriam Diniz Zanetti, fisioterapeuta e doutora em obstetrícia da Unifesp.

Problemas Tratáveis

Ortopédicos
Escoliose, cifose e lordose
Dores na coluna cervical e dorsal
Pés planos e cavos
Joelhos valgos (para fora) ou varos (para dentro)
Doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho (Dort)

Neurológicos
Hérnia de disco
Labirintite

Reumatológicos
Fibromialgia
Síndrome miofascial
Artrite
Artrose
Tendinite
Bursite

Respiratórios
Asma
Bronquite

Somáticos
Estresse
Distúrbios circulatórios e digestivos

Oculares
Estrabismo

Fonte: Correio Braziliense, por Márcia Neri.


















segunda-feira, 27 de abril de 2015

Muito Cuidado Se o Seu Filho Costuma se Sentar Desta Maneira

Sentar em “W” refere-se à postura assumida pelas crianças quando se sentam no chão com as pernas posicionadas no formato de um “W”, sendo esta uma das várias posições que a criança pode assumir enquanto brinca.
A alternância entre as posições que a criança senta é muito benéfica e estimula a descoberta dos limites de corpo. No entanto,se assumido com frequência, este hábito postural pode gerar alterações ortopédicas, no desenvolvimento ósseo e no desenvolvimento motor.


Alterações Ortopédicas:
Quando sentada em “W”, os quadris encontram-se no limite da rotação interna, predispondo a criança a problemas ortopédicos futuros.
Nesta posição anormal, o risco de luxação do quadril é preocupante. Esta posição também favorece a instalação de encurtamentos e contraturas MUSCULARES.


Desenvolvimento Ósseo:
O sentar em “W” também pode afetar o desenvolvimento ósseo, favorecendo a anteversão da cabeça do fêmur e a rotação interna da tíbia.
Desenvolvimento Motor:
Na postura em “W”, a criança experimenta um grande aumento da base de sustentação quando comparada com outras posturas sentadas, isso lhe garante maior estabilidade e menor necessidade de ajustes posturais.
Quando sentada em “W”, o centro de gravidade dificilmente ultrapassará a sua base de sustentação (a área ocupada pelo “W”), desta forma, os músculos do tronco terão pouco trabalho para manter o equilíbrio.

Obviamente equilíbrio e estabilidade são coisas boas, mas, a instabilidade também é essencial para desenvolver reações posturais e a força nos músculos do tronco.
O problema é que o “W” é tão estável que não permite à criança exercitar seu equilíbrio, também limita as rotações de tronco e as transferências de peso laterais como aquelas que realizamos para alcançar um objeto.

Como resultado, ocorre um atraso nas aquisições de controle de tronco e equilíbrio devido ao não uso. Além disso, pela falta de transferências laterais e da capacidade de cruzar a linha média (levar a mão esquerda a alcançar um objeto no lado direito do corpo), a criança tende a usar a mão direita no lado direito do corpo e a mão esquerda no lado esquerdo do corpo, afetando o desenvolvimento da dominação manual.
A maioria das crianças adquire a posição em “W” por curtos períodos de tempo, alternando naturalmente para outras posições.
A forma mais fácil de prevenir complicações é evitar desde o início que se torne um hábito.
Elas devem ser estimuladas a mudar a posição e chamadas à atenção para corrigirem a postura sempre que a posição em “W” for a preferencial.

Se você perceber freqüência na postura em “W”, basta ajudá-la a modificar a posição com suas próprias mãos, guiando-a, por exemplo, para outra postura e conversando com ela, explicando que ela precisa endireitar as perninhas pra não se machucar.


Vamos ficar atentos para evitar complicações futuras para nossos pequenos!


Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/muito-cuidado-se-o-seu-filho-se-sentar-desta-maneira/





segunda-feira, 13 de abril de 2015

Só o tratamento não basta!



O melhor tratamento médico ou fisioterapêutico para a coluna vertebral poderá se tornar insignificante se o paciente não tiver bons hábitos posturais no seu dia a dia. Você pode optar por diferentes formas de tratar uma patologia da coluna, mas se os devidos cuidados não forem tomados no pós-tratamento são bem prováveis as recidivas.

A BOA POSTURA

Existem trabalhos que são os causadores das lesões degenerativas da coluna e, normalmente, as atividades que obrigam a pessoa a ficar com o tronco inclinado para frente são as mais prejudiciais. Profissões que exigem do funcionário longas horas em frente ao computador também parecem oferecer riscos, caso o cuidado postural não for observado. Para estas pessoas é aconselhável um trabalho adequado de ergonomia. Em casa (atividades domésticas ou durante os estudos, por exemplo) ou no dia a dia (ao sentar, levantar, dirigir, dormir, etc) é fundamental o adoção de bons hábitos posturais, pois, independentemente da idade, uma má postura pode ser responsável por problemas de coluna graves.

A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS

Outro fator de extrema importância é a necessidade da prática de atividades físicas, especialmente, as que focam o fortalecimento dos músculos profundos e posturais da coluna vertebral.
O Pilates tem sido uma forte ferramenta no combate a lesões relacionadas à coluna vertebral, por ser uma atividade que se constitui de técnicas que trabalham flexibilidade, postura, consciência corporal, equilíbrio, tônus e respiração. Além do papel de fortalecimento da musculatura profunda, essencial para os pacientes portadores de doenças na coluna vertebral, a técnica também pode atuar na prevenção desta lesões, fortalecendo diretamente músculos como multífidos e transverso do abdômen, responsáveis por estabilizar e proteger a coluna vertebral.
O tratamento correto para a coluna é primordial, mas o próprio paciente deve cuidar de sua coluna no dia a dia para evitar o retorno dos sintomas e para o alcance de uma qualidade de vida satisfatória.
Fonte: http://fisioterapiamanual.com.br/blog/artigos/tratamento-nao-basta/