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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Terapia Manual x Dor

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Hoje praticamente podemos afirmar que não existe um ser humano que nunca tenha tido uma experiência dolorosa, pois a dor pode aparecer por inúmeras causas e a ciência hoje tenta detectar as possíveis causas para que possamos tratar as possíveis sequelas desta. 

Em virtude do que foi exposto acima podemos dividir a dor em dois tipos básicos: 

a) Dor em pontada à tipo de dor aguda, de fácil localização; 
b) Dor em queimação à tipo de crônica, caracterizada por sua continuidade e por sua longa duração; 

Para estes dois tipos de dores, possuímos hoje uma infinidade de terapias para seu tratamento, como o medicamentoso, a acupuntura; termo foto eletroterapia, e a terapia manual, que será nossa proposta com este artigo. 

Dentre todos os métodos terapêuticos abordados acima, começa a ganhar corpo e ser nacionalmente reconhecida a eficiência das abordagens manuais, ou seja, as terapias manuais. Gostaria de salientar que não estamos falando de efeitos placebo, pois técnicas como Osteopatia, Miofasciaterapia, Quiropatia (praxia), Mulligan, Maitland entre outras são técnicas reconhecidas internacionalmente por sua eficácia e comprovadas por testes científicos em diversos paises da Europa, América do Norte, Ásia, etc. 

Estas técnicas chegaram ao Brasil ao longo das duas ultimas décadas do século XX, e foram conseguindo seguidores e profissionais sérios que as difundiram dentro do meio acadêmico e cientifico nacional e agora as mesmas começam a chegar a população em geral. 

Dentro destas podemos tratar ou amenizar os efeitos dolorosos de um numero absolutamente grande de algias causadas no ser humano. Não gostaria de com isso colocar que essas pessoas devam abandonar seus tratamentos atuais (medicamentos, médicos, etc) e sim que deveriam avaliar a possibilidade de possivelmente serem beneficiadas e terem seus problemas minorados com o uso destas técnicas, pois estas quando bem aplicadas poderão minimizar o quadro e potencializar efeitos de melhora em seu tratamento. 

Dentro deste contexto podemos colocar, por exemplo, que existem manobras para as cefaléias tensionais (enxaquecas e dor de cabeça) que irão reposicionar muscular e articularmente as regiões envolvidas e inclusive pode levar a um desaparecimento gradual do quadro, manobras para cólicas menstruais, onde podemos com isso diminuir o fluxo de sangue local, aliviando quase que de forma imediata os tão indesejados efeitos sistêmicos provocados por essa fisiologia hormonal, etc. 

Tais manobras como afirmamos anteriormente quando realizadas por um profissional sério podem beneficiar e muito estas pessoas atenuando sintomas e em alguns casos fazendo com que estes nunca mais apareçam. 

Fonte: façafisioterapia

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Fisioterapia Preventiva no Esporte

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Seja de forma profissional ou amadora, todos os praticantes de atividades esportivas estão predispostos a sofrer com lesões musculo-esqueléticas. Sabe-se ainda, que a mínima lesão esportiva é capaz de diminuir o desempenho do atleta durante sua prática esportiva e, conforme a gravidade da lesão, o atleta deverá diminuir ou se afastar dos treinos e jogos para que haja uma recuperação adequada. Portanto, a Fisioterapia Preventiva visa diminuir o número e a severidade da lesão, e, ainda, preparar o atleta para desempenhar adequadamente suas funções na quadra.

Em alguns esportes e até mesmo profissões, alguns músculos são mais exigidos que outros provocando assim um desequilíbrio muscular, tal desequilíbrio também pode provocar lesões, um exemplo mais frequente é um estiramento do músculo enfraquecido, comum em jogadores de futebol quando realizam um chute mais forte e, portanto, sentem dores no posterior da coxa, por exemplo.
Em qualquer atividade que gerar impacto (vôlei, basquete, tênis, handebol), o que irá ajudar a proteger sua articulação do choque seja ele forte ou excessivo, será uma musculatura forte e resistente. Não vai ser seu tênis "super Z" que vai reduzir o impacto de suas corridas, o que o suporta é uma musculatura desenvolvida.
No tênis há uma lesão comum no cotovelo (Epicondilite Lateral), ocasionada pelo excesso de uso de um mesmo braço. Essa lesão, que se origina no cotovelo, ocorre nos tendões e nos músculos extensores de punhos e dedos. A musculação é capaz de fortalecer e melhorar a flexibilidade, devido ao fato de que a musculação fortalece o tendão tão exigido.
Quem trabalha com a fisioterapia desportiva sabe que é impossível eliminar todas as lesões, principalmente aquelas por traumas diretos. Porém, alguns pontos específicos da prática esportiva devem ser levados em conta para prevenir o aparecimento das lesões como: a modalidade esportiva praticada e os grupos musculares mais utilizados para tal, as características físicas do atleta e a identificação das lesões mais comuns que este atleta está sujeito de acordo com as suas atividades. Para isso, alguns fatores de risco devem ser identificados como: esporte individual ou coletivo, de contato ou impacto, nível de competição, superfície de jogo, uso de equipamento de proteção, idade, gênero, lesões prévias, condicionamento físico, flexibilidade e força muscular, posicionamento do atleta dentro da quadra, biomecânica do gesto esportivo, entre outros. A partir dessas informações, o Fisioterapeuta deve desenvolver e aplicar estratégias de prevenção de forma individualizada durante um período pré-determinado e refazer a avaliação, comparando seus resultados ao início do programa preventivo.
Por fim, a realização de exercícios para fortalecimento dos músculos de estabilização central, conhecidos como Core,buscando melhorar a função dos membros durante e evitando a instabilidade articular e alterações biomecânicas. Além disso, criar o hábito de se alongar se faz importante a medida que a flexibilidade da musculatura encurtada poderia trazer complicações futuras. Além disso, o alongamento ajuda a dar mais liberdade ao movimento do atleta e auxilia na diminuição de aderências teciduais.

domingo, 17 de janeiro de 2016

11 efeitos fisiológicos da Hidroterapia


A hidroterapia tem inúmeros efeitos fisiológicos que associados aos diversos tipos de mobilizações, estabilizações,movimentos e posturas de alongamento e as diversas técnicas como o bad ragaz, watsu e halliwicki, irão proporcionar um grande ganho e melhora do quadro clínico deste paciente. Em virtude dos fatos mostrados acima o tratamento na piscina deve sempre ser indicado a estes pacientes e o mesmo deve ser combinado com o tratamento convencional já citado anteriormente e possibilitando um retorno mais rápido deste paciente a suas atividades normais.

EFEITOS FISIOLÓGICOS DA HIDROTERAPIA 

01 - Alívio da Dor, ocorre pelo efeito térmico (frio ou quente) provocado pela ação da água, bem como pelo efeito da pressão hidrostática nos barorreceptores, que irão produzir um relaxamento muscular e posterior diminuição da dor. Feito extremamente importante quando se fala de LER/DORT, pois o maior problema que leva a incapacidade é a dor, e esta será diminuida por este tipo de tratamento. 

02 - Diminuição dos Espasmos musculares, um efeito parecido com este acima, irá acontecer, aumentando a absorção do Cálcio circulante no organismo, levando a um relaxamento muscular e posterior diminuição dos espasmos. 

03 - Relaxamento Muscular, o efeito provocado nos termo e nos barorreceptores irá produzir um efeito de relaxamento muscular, pois irá também aumentar a circulação sangüínea promovendo uma maior absorção do Cálcio no músculo, permitindo assim um relaxamento das fibras musculares. 

04 - Aumento de Amplitude de Movimento, pelo efeito da ação da resistência oferecida pela esteira, no sentido contrário ao do movimento, obrigando esta articulação a ceder e a aumentar esta amplitude. 

05 - Aumento da Circulação Sangüínea, em virtude do aumento da temperatura corporal, o organismo irá tentar compensar esta diferença térmica aumentado a circulação sangüínea, e com este aumento ele irá provocar várias alterações, pois irá aumentar a chegada de oxigênio as áreas hiperemiadas, etc. 

06 - Diminuição do Tônus Muscular, pelo efeito dos estímulo da temperatura sobre os termoreceptores corporais. 

07 - Melhora das Condições Cutâneas, pelo efeito proprioceptivo gerado pela pressão hidrostática sobre as áreas do corpo imersa. 

08 - Fortalecimento Muscular, em virtude da resistência oferecida pela água aos movimentos. 

09 - Aumento de Força Muscular, só de estar imerso o Tônus fisiológico corporal já é alterado, gerando um aumento da força muscular do paciente. 

10 - Aumento da Resistência Muscular, o tempo a que este corpo ficará exposto irá aumentar o grau de resistência muscular, pois deste será solicitado um aumento de tônus fisiológico, bem como será exigido um grau de esforço muscular mais acentuado, porém sem levar a fadiga acentuada, o que irá permitir um esforço físico muitas vezes maior, gerando assim este aumento da resistência muscular, principalmente porque os limiares de suporte do ácido láctico serão aumentados, aumentado com isso o suporte ao limiar de dor. 

11 - Aumento do moral e ganho psicológico do paciente, a terapia dentro da água é extremamente gratificante, facilitadora e não gera maiores riscos como quedas por exemplo, permitindo ao paciente executar movimentos e trabalhos os quais o mesmo não poderia executar fora deste ambiente e isto promove enormes ganhos psicológicos para este, pois ele irá se sentir capaz novamente.

Fonte:facafisioterapia

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Fisioterapia Respiratória

Ar puro. A confirmação da existência desse benefício natural em grandes centros urbanos é cada vez mais rara. Os males causados ao meio ambiente trazem um resultado possivelmente catastrófico para o homem: a complicação na hora de respirar. A Fisioterapia Respiratória tem esse cuidado como objetivo: um tratamento específico diante dos males causados pelas doenças que comprometem o sistema respiratório humano, tendo a asma, a insuficiência respiratória, a bronquite e a tuberculose como bons exemplos desses males.
O que é?
O objetivo da Fisioterapia Respiratória não se restringe apenas ao tratamento, englobando também a prevenção às doenças respiratórias. Além disso, as técnicas aplicadas visam à liberação das vias respiratórias, a fim de retirar os impedimentos que o ar encontra ao passar por elas. O fisioterapeuta procura aumentar a capacidade ventilatória dos pulmões de seu paciente, utilizando-se de aparelhos específicos para a mobilização da secreção para facilitar a sua retirada.
Os exercícios respiratórios são de extrema importância para o andamento do tratamento junto à aplicação das demais técnicas da Fisioterapia Respiratória. Os exercícios propõem a melhora na condição respiratória do paciente a partir da mobilização dos músculos ventilatórios que compõem seu sistema respiratório e pode ainda ser realizada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), incluindo aqui pacientes que estejam entubados, necessitando da ajuda de aparelhos para respirar.
A Fisioterapia Respiratória atua ainda como forma de prevenção para o aparecimento de complicações respiratórias dos pacientes, considerando principalmente aqueles que estejam internados e imobilizados. Esses certamente precisam realizar tanto a fisioterapia motora quanto a respiratória durante sua permanência no leito hospitalar, a fim de garantir a melhoria na condição geral do paciente por meio de técnicas que contemplem ambos os sistemas, respiratório e cardiovascular.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA APÓS FRATURAS


Quebrar um osso não parece ser muito fácil, mas por incrível que pareça é bem comum fazermos isso pelo menos uma vez ao longo de nossas vidas. Nesses casos, a maior dúvida é sempre a respeito do que fazer, como fazer e como vai ficar nosso corpo depois que isso acontece. Por este motivo, o artigo vai dar uma visão geral sobre o tema, esclarecendo também a importância da fisioterapia, que é uma das principais ferramentas utilizadas para a recuperação de uma fratura.

Antes de tudo, vamos entender o osso. Ele é feito de um monte de células que vão se juntando até formar a estrutura dura que conhecemos. É coberto por uma fina membrana, como se fosse encapado, tornando-o mais resistente ainda. Diferente da rigidez de uma pedra, ele é complacente, ou seja, pode ser envergado como um bambu (voltando na posição original posteriormente), mas em amplitudes muito menores. Além disso, ele possui vasos sanguíneos, inclusive alguns ossos como o fêmur (osso da coxa) têm em seu interior a medula óssea, que é uma das principais fábricas de nosso sangue. Ou seja, quebrar uma estrutura como essa agora parece ser mais grave do que você está pensando, não?

Fique calmo. Pense em quantas pessoas que você conhece que já não quebraram algum osso. Jogando bola, caindo de escadas, batendo o dedão do pé em algum móvel, prendendo o dedo na porta, batendo as costelas, caindo com a mão espalmada no chão, tentando pegar uma bola que vem muito rápida, entre outras tantas histórias e poucas delas estão reclamando das dores da fratura até hoje. Se deixarmos um osso quebrado descansando por semanas, ele vai naturalmente se consertando, recompondo as células machucadas, até formar um novo osso, com as mesmas propriedades. Um bom exemplo seria como a formação do gelo quando deixamos a água no congelador. A superfície cria uma casquinha de gelo e depois o interior vai congelando também, mas qualquer movimento que fizermos, vai quebrar esta fase inicial, retornando à estaca zero. Por este motivo que a orientação é evitar movimentos no local do osso fraturado.

Então vamos falar um pouco mais destas fraturas. Existem alguns tipos delas: a mais simples é aquela onde existe uma única linha e as partes quebradas não se separam, como se formasse uma rachadura, mas sem alterar os contornos do osso. Um tipo um pouco mais sério é bem parecido, porém, existe um pequeno afastamento entre as partes. As mais graves são aquelas onde além de afastar uma parte da outra, ocorre um desvio entre elas criando desalinhamentos no osso. Além disso, existe a possibilidade de um mesmo osso ser quebrado em duas, três ou mais partes, aumentando a gravidade do problema quanto maior for o número destas partes. Ossos mais finos e compridos são mais fáceis de serem quebrados em duas partes, com desvios. Já ossos mais curtos e largos necessitando de traumas muito maiores para fraturarem-se.

tratamento das fraturas vai depender de cada tipo delas. Nos casos mais graves, onde os ossos se separam em vários fragmentos ou se desviam do eixo, é necessário fazer uma cirurgia para colocar tudo de volta no lugar, utilizando-se hastes metálicas, parafusos, fios metálicos ou até mesmo fixadores externos, como forma de manter os ossos no lugar, para que consolidem de forma alinhada. Agora, nos casos mais leves, onde não ocorre separação ou desvio considerável, o tratamento é conservador (sem cirurgias), com imobilização (órteses ou gesso) do local acometido.

E onde entra a fisioterapia? Finalmente, ela vai entrar após os procedimentos iniciais, quando o paciente for liberado pelo médico. Depois de uma cirurgia de fraturas graves, ela vai atuar no controle do inchaço (edema) e das dores, com manobras de drenagem linfática e equipamentos de analgesia. Por conta da cirurgia e da fixação dos ossos, alguns movimentos poderão ser realizados pelo fisioterapeuta, como maneira de melhorar a circulação do sangue na região operada, facilitando a cicatrização, preservando os movimentos e dando maior conforto ao paciente. Já nos casos mais simples, onde é liberado o uso do gesso ou da órtese, a fisioterapia tem como objetivo recuperar todas as funções da região afetada. Por exemplo uma pessoa que fraturou o cotovelo, após semanas imobilizada terá uma enorme dificuldade em esticar e dobrar o braço, por aderências na articulação do cotovelo e por conta da perda de força e controle do membro. Nestes casos, o fisioterapeuta vai atuar utilizando técnicas para desbloquear a articulação, recuperar o controle e força musculares, além de preparar a pessoa para as tarefas que necessite fazer novamente.

Muitas pessoas não fazem a fisioterapia e nem por isso sentem falta dela. Isto acontece pois em muitos casos a pessoa vai fazendo os movimentos do cotidiano aos poucos, até recuperar todo o controle normalmente. São casos onde a fisioterapia apenas iria acelerar a recuperação. Mas isto não quer dizer que todo caso será assim. Na maioria, sobram algumas aderências que ficam limitando um pouco alguns movimentos, ou a pessoa não consegue recuperar toda a força ou fica com um pouco de dor em determinados movimentos. Estes pequenos bloqueios muitas vezes são ignorados, mas com o tempo geram compensações no corpo que podem trazer problemas somente após vários anos depois da fratura. Por exemplo, uma pessoa que fratura a perna vai ficar semanas com ela imobilizada, perde a massa muscular e muda seu jeito de andar.

Com o tempo, sem ela saber, vai estar mancando, compensando os movimentos, podendo gerar um dor na coluna depois de vários anos, por mais que a perna esteja 100%. Por este motivo é que uma avaliação profissional sempre faz a diferença. No caso do fisioterapeuta, é ele quem vai reabilitar a pessoa, de forma que ela fique preparada para tudo que pretenderá fazer futuramente (dentro da medida do possível), sem sobrecarregar o corpo. O tempo de tratamento vai depender de como o corpo do paciente responde. Em casos mais graves podem ser necessários vários meses e nos casos mais simples, algumas semanas, mas com orientações para o paciente fazer em casa, no intervalo entre as sessões.

Para finalizar, vale a pena lembrar que para uma boa recuperação, é importante que todos os profissionais envolvidos se comuniquem (principalmente médicos e fisioterapeutas), para que tenham a informação completa sobre seu caso e as chances de sucesso na recuperação sejam maiores. Por isso, procure sempre por profissionais que demonstrem conhecimento sobre o seu problema, ou que sejam indicados por pessoas de sua confiança.

Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2236

sábado, 17 de outubro de 2015

Fisioterapia na Gravidez

fisioterapia na gravidez
Mudanças físicas e psicológicas marcam a mulher durante o período de gestação. Apesar de ser considerado um momento mágico para muitos, não tem como negar que, muitas vezes, essas mudanças vem acompanhadas de desconfortos e limitações, que impedem a mulher de levar uma vida totalmente igual à que levava. E após o parto, os cuidados com o bebê também exigem mais do corpo da mãe, que acrescentará novas atividades ao seu cotidiano, como trocar fraldas e dar banho.
Durante esse período, o útero passa por um processo de expansão, gerando uma curvatura nos ossos e, principalmente, na lombar e no quadril. A coluna sofre o impacto causado pela expansão da barriga, causando uma desarmonia das cadeias musculares. Essas cadeias passam por duas alterações: a posterior fica sob estresse de tensão muscular constante e a anterior, sofre processo de estiramento. Essas mudanças podem ocasionar frouxidão dos ligamentos vertebrais, rotação das vértebras e pinçamento de nervos.
Por isso, apesar de pouco divulgada, a fisioterapia na gravidez exerce um papel importante em cada fase da gestação, sempre visando a promoção da saúde e do bem-estar da mulher. A fisioterapia pré-natal, por exemplo, prepara o corpo da mulher para dois momentos: o pré e o pós-parto, prevenindo, tratando e reabilitando possíveis disfunções, desconfortos, dores ou lesões. Assim, a fisioterapia oferece: exercícios de alongamento e fortalecimento de determinados músculos; exercícios aeróbicos; conscientização corporal; melhora na circulação sanguínea, correção da postura e exercícios de relaxamento. Como resultado, as futuras mamães sentem alívio durante momentos como câimbras, inchaço, falta de ar e dores na coluna vertebral e na pélvis, além de ficar mais preparada para o parto.
Os cuidados com o assoalho pélvico também é importante, pois ele é formado por um conjunto de tecidos de revestimento que fecha a cavidade inferior da pelve (músculos, ligamentos e fáscias). Essas estruturas são as responsáveis pela sustentação de órgãos como útero, reto e bexiga e controlam a urina, as fezes e a atividade sexual. Então, caso a mãe apresente disfunções urinárias, por exemplo, os exercícios da fisioterapia são bastante indicados
É função do fisioterapeuta avaliar os músculos do assoalho pélvico, focando na sua coordenação, tônus, resistência e força. Caso haja algum problema, é ele quem promove a sua reabilitação.
Fonte:http://fisioterapiamanual.com.br/blog/artigos/fisioterapia-na-gravidez/

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

PAPA FAZ FISIOTERAPIA PARA TRATAR PROBLEMA NO QUADRIL

"O papa sofre de problemas no movimento de suas pernas. Alguns dias está melhor do que outros. Durante uma viagem como esta, no qual deve se deslocar muito, está um pouco fatigado fisicamente. É normal. Mas felizmente, dorme bem", acrescentou o padre Federico Lombardi, durante coletiva de imprensa.
Aos 78 anos, o papa, que faz uma viagem de oito dias por Cuba e Estados Unidos, caminha lentamente e mancando. Quando sobe ou desce escadas perto de um altar ou em um átrio, um dos sacerdotes que costumam acompanhá-lo o segura discretamente pelo braço para apoiá-lo. Mas Francisco não parece gostar muito da ajuda.
Em seu dia a dia, Jorge Bergoglio acorda às 4h ou 5h da manhã e cumpre uma agenda de trabalho intensa no Vaticano. Suas viagens são ainda mais cansativas.
O papa se despedirá dos Estados Unidos neste domingo, com a missa de encerramento do Encontro das Famílias, e depois de se reunir, pela manhã, com bispos americanos e visitar um centro correcional para jovens de 18 a 21 anos.

Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2209


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

DOR NA PELVE DURANTE A GESTAÇÃO

Dor pélvica afeta uma em cada cinco mulheres grávidas e pode interferir gravemente a mobilidade e qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o tratamento deve aliviar a dor e prevenir os sintomas. É o que afirma o novo “Patient Information” publicado em Junho de 2015, pelo Royal College de Obstetras e Ginecologistas (RCOG).
A cintura pélvica é formada pelos ossos do quadril, sacro e coccix, o quadril é a base da coluna. Dor pélvica é uma dor que pode ser sentida na parte dianteira e / ou parte de trás da pélvis. É geralmente causada pelas articulações que se movem de forma desequilibrada e tornam-se menos estável. Com o bebê crescendo no útero, o peso extra, coloca mais pressão sobre a pelve e nos músculos do assoalho pélvico.
A dor pode ser leve ou intensa, mas é tratável em qualquer fase da gravidez e não causa nenhum dano ao bebê. Os sintomas incluem; dor na região pubiana, parte inferior das costas, quadris, virilhas, coxas ou joelhos, a dor agravada por certos movimentos.
Dor pélvica normalmente melhora após o parto, embora 1 em 10 das mulheres continuarão a ter os sintomas, necessitando de tratamento adicional para o alívio da dor.

Quais são as minhas opções de tratamento?
Seu fisioterapeuta irá sugerir o tratamento certo para você, e isto pode incluir:
• Orientação sobre como evitar movimentos que podem agravar a dor: quais são as melhores posições para o movimento e o repouso e como realizar as suas atividades para diminuir a dor.
• Exercícios terapêuticos que ajudam a aliviar a dor e permitir o movimento mais facilmente. É indicado trabalhar os músculos abdominais e músculos do assoalho pélvico para melhorar o seu equilíbrio e postura para deixar a coluna mais estável.
• Terapia manual para os músculos e articulações por fisioterapeuta, ou osteopata ou quiroprático, de preferência especializado em dor pélvica na gestação. O tratamento deve consistir em movimentos e manobras suaves que promovam o alívio da dor. Algumas vezes, são necessárias algumas sessões para se obter essa melhora.
Algumas opções:
• Banhos quentes, compressas de calor ou gelo
• Hidroterapia (que é diferente da hidroginástica – Atenção!)
• Acupuntura
• Um cinto de suporte lombo-pélvico ou muletas.

Para a maioria das gestantes, ter o diagnóstico precoce e tratamento imediato é fundamental, para que ela consiga aliviar a dor e continuar com suas atividades diárias normais.

A dor pélvica gestacional não é algo que você apenas tem que "aturar" até o bebê nascer, como muitos dizem por aí.

Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2208

sábado, 12 de setembro de 2015

FISIOTERAPIA PREVENTIVA: TERCEIRA IDADE COM SAÚDE

 fisioterapia-preventiva-terceira-idadePara a maior parte da população a terceira idade é sintoma de saúde em baixa e muitas consequências negativas que o envelhecimento, normalmente, traz ao corpo. 

Mas a fase não precisa implicar, necessariamente, em malefícios ao indivíduo, é possível envelhecer com saúde.
Naturalmente, ossos, tendões e músculos tendem a ficar mais frágeis nessa etapa da vida e isso costuma dificultar a prática de atividades físicas, principalmente, no caso de pessoas que não tinham o hábito de praticar exercícios na juventude. Mas a boa notícia é que a fisioterapia preventiva pode auxiliar de modo a evitar problemas ou mesmo atuar na reabilitação, prevenindo as sequelas de diferentes patologias.

Fisioterapia Preventiva
Trata-se de um conjunto de procedimentos fisioterapêuticos que ajudam no controle dos sintomas de doenças; na melhora da coordenação, concentração e postura; no aumento do relaxamento muscular e redução de tensões; no favorecimento da auto-estima, etc.

Como na terceira idade o indivíduo está mais vulnerável físico-funcionalmente é de extrema necessidade o estímulo à prevenção de patologias e deficiências, tanto de ordem física quanto psíquica. E é neste contexto que a fisioterapia preventiva se torna um grande aliado. Ela engloba diferentes exercícios físicos e respiratórios que se adaptam às necessidades individuais de cada paciente bem como aos limites de cada um e pode associar outras terapias alternativas como o Pilates.

O Pilates para terceira idade permite uma maior qualidade de vida, pois é um trabalho aplicado com uma grande margem de segurança e com baixo impacto, além disso, respeita os limites de cada um, oferecendo exercícios suaves e controlados. Isso faz da técnica uma ótima indicação aos idosos, tanto para atuar preventivamente, quanto no pós-tratamento médico ou fisioterapêutico.

Benefícios da Fisioterapia Preventiva ao idoso
Os procedimentos ajudam a prevenir os riscos de doenças comuns na terceira idade, como a diabetes, hipertensão arterial, doenças cardíacas, osteoporose, hérnias de disco, tendinites, bursites, artrose, etc. Além de atuarem no controle de dores nas articulações e em problemas de insônia, depressão ou ansiedade, por exemplo.

Fonte: fisioterapia.com

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

FISIOTERAPIA PODE SER GRANDE ALIADA NA RECUPERAÇÃO DE PACIENTES QUE SOFRERAM AVC

 Responsável pela diminuição dos sintomas de alterações neurológicas, a fisioterapia atua na restauração de funções como a coordenação motora, o equilíbrio, a força e os movimentos – perdidos durante o AVC (Acidente Vascular Cerebral). Para suavizar e até normalizar as sequelas, os tratamentos mais usuais dentro da fisioterapia neurológica consistem na utilização de recursos como a eletroestimulação e terapias manuais.

Em combinação com as demais técnicas, alguns aparelhos como o Simulador de Movimento têm se tornado fundamental na recuperação parcial ou total dos movimentos dos pacientes neurológicos. “O grande segredo para a recuperação dos movimentos é perceber e avaliar a evolução de cada paciente, durante o tratamento. Reconhecendo o que pode ser mudado, reforçado ou suavizado durante as sessões” – pontua Dr. Rodrigo Peres, Diretor da Central da Fisioterapia.
 De acordo com o Ministério da Saúde, só no ano de 2011, o AVC causou 100 mil mortes, sendo quase metade em mulheres. Entre 2000 a 2010, 62 mil pessoas com menos de 45 anos morreram em virtude do AVC; e só em 2012, quatro mil pessoas entre 15 e 34 anos foram internadas por causa do problema no país.

Com base nestes dados, é importante contar com a ajuda da medicina, de modo a intervir e contribuir para que as pessoas que sofreram o Acidente Vascular Cerebral retomem sua rotina, rapidamente, já que é comum a alteração dos movimentos ou até mesmo paralisia de um ou mais membros do corpo. Nestes casos, a fisioterapia neurológica é uma grande aliada.
Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2188

sábado, 29 de agosto de 2015

Dor Lombar? Conheça as causas e como tratá-la

Dor-lombar-causas-como-tratar
A Dor lombar é uma queixa muito comum, chamada também de lombalgia é uma dor que ocorre na parte inferior da coluna vertebral (coluna lombar). Nos consultórios a procura por ajuda médica é bem frequente para os casos de dor lombar. Cerca de três em cada quatro adultos vão ter dor nas costas durante sua vida e esses números podem subir, devido ao aumento do número da população mais idosa.
Uma grande parcela da população nos dias de hoje convive com dor lombar, resultado de má postura, sedentarismo, posições incorretas no ambiente de trabalho, nos afazeres domésticos entre outros fatores associados, incluindo a execução errada de exercícios.

Caracterizando a da Dor Lombar

A dor lombar pode ser aguda ou crônica. A dor aguda dura, normalmente, de quatro a seis semanas, enquanto a dor crônica pode durar toda uma vida, indicando um problema bem mais grave na coluna vertebral.
O paciente descreve que sua coluna está travada, ele tem limitação na flexão anterior da coluna, dor e limitações nos primeiros movimentos pela manhã.

Causas da Dor Lombar

Dentre as causas, as principais associadas são: Sedentarismo, envelhecimento, herança genética, hábitos posturais incorretos no trabalho, levantar pesos inclinando a coluna para frente, tabagismo, etc.

Diagnóstico e exames

O histórico do problema das dores na coluna do paciente poderá contribuir bastante para o seu diagnóstico, como também um exame físico detalhado da postura, amplitude de movimento, espasmo muscular, dor e força muscular.

Tratamento para dor lombar

A RMA (Reconstrução Músculo-Articular) da Coluna Vertebral é um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, mesa de tração eletrônica, mesa de descompressão dinâmica, estabilização vertebral e exercícios de Pilates ou musculação. Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular; diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios; fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos, enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.
O método não-cirúrgico já beneficiou mais de 8.000 pacientes, sendo utilizado para o tratamento de hérnia de disco e outras lesões da coluna, como lombalgia, cervicalgia, dor ciática, protrusão discal, espondilose, artrose, etc.
Fonte:http://fisioterapiamanual.com.br/blog/artigos/dor-lombar-causas-como-tratar/

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

fisioterapia-atletas
Diferentes tipos de lesões podem acometer os atletas e, normalmente, são divididas de acordo com as estruturas afetadas: músculo-tendinosas, articulares, ósseas e assim por diante, e estão relacionadas com a biomecânica e treinamentos inadequados, alterações anatômicas, disfunções fisiológicas, uso de vestimentas e calçados não apropriados ao tipo de esporte praticado e acidentes.
Conforme o tipo de esporte praticado, elas distinguem-se quanto às principais regiões acometidas, estruturas envolvidas, gravidade e características específicas. Abaixo estão listadas as mais frequentes:

 Lesões e principais acometimentos músculo-tendinosos:

– Bursite: inflamação da bursa (saco cheio de líquido que protege as estruturas contra as demais do atrito) devido a trauma direto, fricção repetida ou infecção.
– Contratura: Encurtamento patológico das fibras musculares (cãibra forte) inibindo o alongamento do músculo a fim de proteger as estruturas envolvidas (articulação, ligamentos, etc.).
– Estiramento muscular: Lesão indireta (laceração) em músculos e tendões devido ao alongamento ou estresse excessivo das fibras envolvidas.
– Fascíte: Inflamação da fáscia muscular (estrutura de sustentação). Geralmente ocorre em corredores na planta dos pés.
– Tendinite: Inflamação do tendão devido a alterações biomecânicas e/ou microtraumatismos repetidos. O tendão pode sofrer espessamento comprometendo sua função.

 Lesões ligamentares, capsulares e outras estruturas articulares

– Entorses: A articulação é alongada além de seu limite anatômico, resultando em estiramento dos ligamentos.
– Sinovite: Inflamação da membrana sinovial, responsável pela secreção de líquido sinovial (“lubrificante” da articulação).
– Subluxação articular: Perda parcial do contato das superfícies articulares em conseqüência a forças de tensão excessivas. Podem retornar espontaneamente ao seu alinhamento.
– Luxação articular: Perda total do contato das superfícies articulares com presença de deformidade. É necessária a redução (realinhamento) realizada por um médico.
– Osteoartrite: Degeneração das superfícies articulares devido a microtraumatismos sucessivos.

 Lesões ósseas

– Fratura: Ruptura de um osso. Os tipos de fratura variam de acordo com o mecanismo de ação das forças: transversais, expostas, compressivas, avulsão, etc.
Fonte:http://fisioterapiamanual.com.br/blog/artigos/fisioterapia-em-atletas-lesoes-mais-recorrentes/

terça-feira, 25 de agosto de 2015

transtornos-do-sono-fisioterapia
Você já sofreu ou ainda sofre com insônia ou apneia? Saiba que esses transtornos do sono podem conferir malefícios à saúde, resultando em alterações importantes no sistema imunológico, por exemplo.

Caracterizando os Transtornos do Sono

O sono é regulado por um grande número de neurotransmissores e hormônios que operam com o objetivo de assegurar que o mesmo não seja perturbado por fatores externos. Nos seres humanos, em especial, ele é dividido usualmente em duas fases principais: sono de Movimento Rápido dos Olhos (REM), que é o sono profundo, onde ocorrem os sonhos, e o sono “não REM”.
A apneia obstrutiva do sono é caracterizada por episódios repetidos de obstrução das vias aéreas de forma parcial ou completa que resultam em um sono fragmentado, sonolência excessiva e, frequentemente, uma alteração na respiração que pode ser uma respiração intensa ou fraca. A apneia está associada a problemas cardiovasculares, como hipertensão arterial, arritmia cardíaca e síndromes metabólicas como, por exemplo, o diabetes. A obesidade também pode funcionar como outro fator desencadeante de apneia do sono. Vale ressaltar ainda que se você sofre de estresse também está mais suscetível aos transtornos do sono. O estresse é considerado como um dos grandes fatores desencadeantes de insônia.

O que pode comprometer a qualidade do sono?

Muitos estudos vêm sendo realizados para avaliar o impacto do sono inadequado sobre a qualidade de vida, a morbidade (surgimento de doenças) e a mortalidade. Além do mais, sentimentos reprimidos podem causar uma ativação psicológica ou fisiológica tendo como resultado a insônia.
A qualidade do sono está associada a diversos fatores, como o estresse, o colchão utilizado e a postura correta na cama, que não só contribui para uma boa noite de sono como também para a saúde da sua coluna.

Veja algumas dicas para fugir dos transtornos do sono:

– O colchão deve proporcionar um excelente suporte ao corpo, adaptando-se à sua forma. Quando comprar o colchão, você deve adquirir o produto conforme o seu biotipo. Dormir bem é fundamental para a saúde do corpo e da mente.
– Pratique atividades físicas para liberar o corpo de tensões e do estresse.
– É necessário que o corpo esteja na postura correta e a coluna deve ser mantida com bom alinhamento. Os cuidados posturais também ajudam a afastar os riscos de dores na coluna, prejudicando o rendimento no dia seguinte. Ao dormir, opte pela posição de lado que é considerada a mais indicada (devem ser utilizados dois travesseiros: um para a cabeça, na altura ideal que forme um ângulo de 90º no pescoço, e o outro entre os joelhos que devem estar semiflexionados) ou pela posição de barriga para cima (de ser utilizado um travesseiro – baixo ou médio – para apoiar a cabeça e que deve preencher o espaço entre a cervical e a nuca e outro travesseiro também deve ser colocado entre os joelhos semiflexionados, descansando-os). Evite a posição de bruços!

Auxílio da Fisioterapia

Mas, o que a fisioterapia tem a ver com tudo isso? Simples: um bom programa de fisioterapia, baseado na avaliação do nível de estresse e atividades de vida diária, pode ser uma solução para quem apresenta uma má qualidade do sono, insônia ou apneia do sono.
Fonte:http://fisioterapiamanual.com.br/blog/artigos/fisioterapia-tratamento-transtornos-do-sono/

sábado, 22 de agosto de 2015

Fisioterapia Geriátrica

fisioterapia geriátrica
Envelhecer com qualidade de vida, o grande dilema do novo século. O fato natural da vida de todo indivíduo é ser levado para o envelhecimento, um processo encantador capaz de permitir ao ser humano passar por sensações e momentos, ainda que estejam divididos entre bons e maus. O envelhecimento traz conquistas afetivas, emocionais, materiais. Traz também consequências como a perda da sensibilidade, do controle sobre os movimentos e suas aplicações em atividades diárias básicas como alimentar-se e vestir-se. É assim que se destaca a aplicação da Fisioterapia Geriátrica.
O que é?
Em um campo de atuação que busca a reabilitação dos pacientes, a Fisioterapia Geriátrica busca ainda a prevenção e a manutenção das funcionalidades do idoso. Utilizando-se de técnicas como exercícios ativos, globais e que treinem o equilíbrio desses pacientes, a Fisioterapia Geriátrica permite ainda proporcionar ao idoso a melhora na sua qualidade de vida, aproximando-o da superação das suas limitações acometidas pela idade.
A Fisioterapia Geriátrica é indicada principalmente para pessoas acima dos 50 anos de idade, embora não seja necessário apresentar problemas como dificuldade locomotora causada por problemas musculares ou nas articulações. Sua aplicação pode se fazer necessária tão cedo quanto sejam percebidos os sinais da perda da sensibilidade e controle das ações motoras advindos com o tempo já vivido.
Benefícios. A Fisioterapia Geriátrica proporciona ao paciente o envelhecimento com qualidade de vida, a melhora notável em sua capacidade de locomoção e equilíbrio, bem como a coordenação dessas funções, o aumento da força muscular e das funções da memória do idoso. Ainda garante a independência e o conforto na realização de atividades por parte dos pacientes idosos no seu dia a dia.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

FISIOTERAPIA NA OSTEOPOROSE

Na osteoporose, a fisioterapia é indicada para prevenir complicações, como deformidades e fraturas ósseas, e também fortalecer os músculos, ossos e articulações, para assim melhorar a qualidade de vida do paciente.
Ela ainda conta com os benefícios cardíacos e respiratórios, além de melhorar o equilíbrio do paciente, sendo importante para evitar quedas. As sessões de fisioterapia podem ser realizadas 2 a 4 vezes por semana, na clínica ou em domicilio, mas não exclui a necessidade de uma alimentação rica em cálcio e a toma dos medicamentos receitados pelo médico.
Veja como fazer uma alimentação adequada: Alimentos ricos em cálcio.

Exercícios de fisioterapia para osteoporose

Os objetivos dos exercícios fisioterapêuticos podem ser a prevenção de deformidades, como a posição corcunda, melhora do tônus muscular e manter a boa amplitude das articulações.
Os exercícios devem ser sempre individualizados e orientados por um fisioterapeuta, para adequá-los de acordo com os sintomas apresentados pelo paciente, mas podem ser:

1. Exercícios de alongamento para osteoporose

Estes são ótimos exemplos de exercícios para quem possui osteoporose na coluna:
Fisioterapia na osteoporoseFisioterapia na osteoporoseFisioterapia na osteoporose
Para realizar cada alongamento deve-se permanecer parado na mesma posição por pelo menos 1 minuto, repousando durante 10 segundos, entre um exercício e outro.

2. Fortalecimento muscular para osteoporose

Estes exercícios são bons exemplos de exercícios para quem osteoporose nas pernas:
Fisioterapia na osteoporoseFisioterapia na osteoporose
Cada exercício deve ser realizado em 3 séries de 12 repetições.
Fisioterapia na osteoporoseFisioterapia na osteoporose
Os exercícios da hidrocinesioterapia também são úteis para fortalecer os músculos e articulações do paciente com osteoporose. Eles são particularmente indicados para pacientes que sofrem com dores e têm dificuldade em relaxar e se movimentar fora da água. A água morna da piscina ajuda a relaxar os músculos, facilitando a contração muscular e a movimentação das articulações.

Outros exercícios para osteoporose

Outros exercícios como caminhadas, dança, hidroginástica, pilates ou ioga também são recomendados no tratamento da osteoporose porque ajudam a retardar a perda da massa óssea e melhorar o equilíbrio e a força.
No entanto, estes exercícios só devem ser realizados sob supervisão do fisioterapeuta.

Fonte:http://www.fisioterapia.com/noticias/imprimir/2176