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sábado, 9 de janeiro de 2016

IDOSOS: POR QUE PRATICAR PILATES?


Se você está pensando em ter aulas de Pilates, mas tem dúvidas se você pode conseguir, pense da seguinte maneira: Joseph Pilates, o inventor do método praticava Pilates muito bem em seus oitenta anos.
Um estudo publicado na revista médica “Spine”, relatou os efeitos do exercício de Pilates no alinhamento postural em adultos com mais de 60 anos de idade. Depois de seguir um grupo de 34 pessoas que estiveram envolvidas em um programa de Pilates de dez semanas, os pesquisadores descobriram que sua postura melhorou substancialmente.
O princípio básico de Pilates trabalha o fortalecimento e alongamento dos músculos de forma equilibrada. A força do núcleo é o objetivo em todos os programas Pilates, é importante manter os músculos do núcleo fortes à medida que envelhecemos, à fim de evitar dores nas costas. Pilates também é visto como um exercício para promover uma sensação geral de bem-estar.
Os benefícios
São muitos os benefícios proporcionados pelo Pilates aos idosos: alívio da dor, principalmente as lombares, maior percepção dos movimentos, fortalecimento muscular, maior equilíbrio, aumento da flexibilidade (musculatura mais alongada), alívio do estresse, entre outros. A grande vantagem está na melhora da auto-estima do praticante, uma vez que ele consegue realizar uma série de exercícios físicos que até então, não se julgava capaz.
Mais força, maior controle muscular, melhor capacidade respiratória e melhor circulação, maior flexibilidade, musculatura mais alongada, tonificada e definida, postura mais correta, mais consciência corporal, maiores equilíbrio e coordenação, alívio do estresse, da fadiga e de dores musculares e melhor saúde das articulações são alguns dos ganhos enumerados. Tudo em benefício dos mais idosos ou de quem tem algum problema de saúde que causa limitações físicas.
Fazer Pilates não é mérito só de pessoas mais jovens. O Pilates oferece um atendimento personalizado para idosos, realizando um trabalho corporal direcionado às pessoas com limitações físicas de acordo com a idade. Se você optar por ter aulas, mas tiver algum problema médico, primeiro verifique com seu médico. Além disso, certifique-se de seu instrutor de Pilates é certificado. Tenha em mente que um bom instrutor vai oferecer sugestões para modificações exercício, e as aulas devem ser pequenas o suficiente para que a instrução individual esteja disponível.

sábado, 17 de outubro de 2015

Terapia ocupacional para idosos aumenta qualidade de vida

A terapia ocupacional para idosos pode trazer diversos benefícios para quem está na terceira idade. Com ela, pode-se promover o bem-estar e melhorar a qualidade de vida dos idosos, que vivem mais e melhor ao participar de atividades que os estimulam em aspectos físicos e emocionais. 

Foto: Shutterstock

Foto: Shutterstock

O que é a terapia ocupacional para idosos

A terapia ocupacional para idosos é a área da saúde que auxilia indivíduos a viver melhor na terceira idade. Para isso, a terapia utiliza-se de diversas práticas, procedimentos e orientações. E assim, permite aos idosos experimentar maior independência, confiança e saúde.
Muitas das práticas estimulam a consciência corporal, as relações sociais e as habilidades cognitivas, por meio de oficinas, palestras, jogos e exercícios. Essas atividades variam de acordo com as necessidades e as limitações de cada pessoa. Pode ser necessário, por exemplo, o foco em uma área específica, como a fisioterapia. Dessa forma, o terapeuta ocupacional deve estar atento ao contexto sociocultural, psicológico e de saúde de cada um.

Como funciona a terapia ocupacional para idosos

As atividades de terapia ocupacional para idosos auxiliam, por exemplo, nos casos comuns em idades avançadas de perda de memória, guiando como fazer listas e utilizar dicas para ajudar a se lembrar de algo. A perda de visão também pode ser aliviada com exercícios para melhorar a habilidade de enxergar, reconhecendo padrões e utilizando outros tipos de percepção do ambiente. 
Muitas pessoas preferem envelhecer no seu próprio lar. Por isso, o terapeuta ocupacional pode dar direções de como tornar a casa e as tarefas diárias mais seguras. Pode recomendar equipamentos específicos para alguns casos e dar instruções de como evitar quedas e outros acidentes comuns.
A saúde não é ó único fator que promove qualidade de vida. Sentir-se útil e querido são elementos fundamentais na vida de qualquer um, mas acabam se perdendo, muitas vezes, conforme a idade avança. É aí que entram as atividades lúdicas, como o artesanato, a música, a dança e as artes em geral.

Passo a passo da terapia ocupacional para idosos

Veja alguns pontos importantes sobre a terapia ocupacional para idosos:
- Conhecimento do histórico e contexto geral do paciente, de preferência com a família presente.
- Avaliação de disfunções específicas e análise de dificuldades relatadas.
- Estabelecimento de metas, destacando-se prioridades do ponto de vista do paciente e do profissional.
- Seleção e aplicação de métodos adequados a essas metas, de acordo com as suas condições socioeconômicas.
- Fortalecimento do vínculo entre o paciente e o terapeuta, bem como entre pacientes, pois isso favorece o andamento da terapia.
- Acompanhamento e avaliações periódicas até que o paciente tenha alta, ou seja, tenha capacidade de desenvolver as atividades sozinho.
Apesar do termo “paciente”, o desejável é que o idoso não seja visto como tal. A terapia ocupacional para idosos visa a auxiliar pessoas que desejam ter melhor qualidade de vida, e isso inclui não se sentir como alguém dependente, doente ou incapaz. O idoso, muitas vezes, precisa de uma ajudinha de profissionais que possam auxiliá-lo em seu bem-estar, que envolve condições mentais e educativas, saúde e, acima de tudo, a felicidade consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor. 
Fonte:http://vivomaissaudavel.com.br/atividade-fisica/terceira-idade/terapia-ocupacional-para-idosos-aumenta-qualidade-de-vida/

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Artrose, artrite e osteoartrose são a mesma coisa?



 O termo artrite é utilizado para definir uma alteração inflamatória que acomete a articulação. Qualquer pessoa seja um atleta profissional, um esportista de fim de semana ou mesmo um indivíduo mais idoso, quando submetido a determinados esforços mais intensos ou mesmo traumáticos, pode desenvolver um quadro inflamatório da articulação que, nesta fase aguda, recebera a denominação de artrite.

A artrite (inflamação da articulação) pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre de vital importância o diagnóstico da doença que originou a inflamação. A artrite dos esportistas, como regra é traumática e deve ser diferenciada daquela das outras doenças reumatológicas, dos processos infecciosos, das doenças microcristalinas e, principalmente, da Artrite Reumatóide, esta sim uma doença específica.

Os termos osteoartrose, osteoartrite e artrose definem uma mesma doença que chega a acometer até 30% da população adulta acima dos 50 anos. Se lembrarmos que o prefixo “artro”, vem do grego “arthros” e significa articulação, e a ele juntarmos o sufixo “ite” que significa inflamação, teremos a etimologia da palavra “artrite”. O mesmo acontecerá ao juntarmos o sufixo “ose” que significa degeneração.

Os termos osteoartrite e osteoartrose surgiram posteriormente, para exemplificar melhor a doença artrose, quando foi descoberto que o osso sub condral (embaixo da cartilagem) participava no processo fisiopatológico da Doença.

Resumindo, quando nos referimos a osteoartrose, osteoartrite ou artrose estaremos sempre falando de uma mesma doença, que deve ser tratada o mais precocemente possível, para que a mesma não cause incapacidade.

Manter a atividade funcional de uma articulação praticando exercícios físicos é fundamental para a saúde, pois a inatividade excessiva é extremamente prejudicial. Antes de desenvolver qualquer tipo de atividade física é preciso que a pessoa – em especial aquelas com histórico familiar de osteoartrose – receba uma avaliação da condição de saúde de suas articulações.

Idosos que apresentam fraqueza muscular, anormalidades neurológicas ou algum tipo de deformidade nas articulações
devem evitar exercícios excessivos que sobrecarreguem os membros, prevenindo, assim, o desenvolvimento ou avanço da doença. Exercícios de baixo impacto como natação e hidroginástica geralmente são os mais recomendados aos pacientes com osteoartrose.

Como vimos acima, vários cuidados preventivos podem ser tomados para evitar ou retardar o aparecimento da doença. Exercícios físicos apropriados de alongamento, de musculação e posturais  ajudam a manter a cartilagem saudável. Sendo bem orientadas, tais práticas aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos para que esta possa absorver melhor os choques, reduzindo, assim, o risco da doença. Porém, se os sintomas estão presentes, é importante consultar um médico especialista.

Fonte:http://www.cuidardeidosos.com.br/artrose-artrite-e-osteoartrose-sao-a-mesma-coisa/
O termo artrite é utilizado para definir uma alteração inflamatória que acomete a articulação. Qualquer pessoa seja um atleta profissional, um esportista de fim de semana ou mesmo um indivíduo mais idoso, quando submetido a determinados esforços mais intensos ou mesmo traumáticos, pode desenvolver um quadro inflamatório da articulação que, nesta fase aguda, recebera a denominação de artrite.
A artrite (inflamação da articulação) pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre de vital importância o diagnóstico da doença que originou a inflamação. A artrite dos esportistas, como regra é traumática e deve ser diferenciada daquela das outras doenças reumatológicas, dos processos infecciosos, das doenças microcristalinas e, principalmente, da Artrite Reumatóide, esta sim uma doença específica.
Os termos osteoartrose, osteoartrite e artrose definem uma mesma doença que chega a acometer até 30% da população adulta acima dos 50 anos. Se lembrarmos que o prefixo “artro”, vem do grego “arthros” e significa articulação, e a ele juntarmos o sufixo “ite” que significa inflamação, teremos a etimologia da palavra “artrite”. O mesmo acontecerá ao juntarmos o sufixo “ose” que significa degeneração.
Os termos osteoartrite e osteoartrose surgiram posteriormente, para exemplificar melhor a doença artrose, quando foi descoberto que o osso sub condral (embaixo da cartilagem) participava no processo fisiopatológico da Doença.
Resumindo, quando nos referimos a osteoartrose, osteoartrite ou artrose estaremos sempre falando de uma mesma doença, que deve ser tratada o mais precocemente possível, para que a mesma não cause incapacidade.
Manter a atividade funcional de uma articulação praticando exercícios físicos é fundamental para a saúde, pois a inatividade excessiva é extremamente prejudicial. Antes de desenvolver qualquer tipo de atividade física é preciso que a pessoa – em especial aquelas com histórico familiar de osteoartrose – receba uma avaliação da condição de saúde de suas articulações.
Idosos que apresentam fraqueza muscular, anormalidades neurológicas ou algum tipo de deformidade nas articulações
devem evitar exercícios excessivos que sobrecarreguem os membros, prevenindo, assim, o desenvolvimento ou avanço da doença. Exercícios de baixo impacto como natação e hidroginástica geralmente são os mais recomendados aos pacientes com osteoartrose.
Como vimos acima, vários cuidados preventivos podem ser tomados para evitar ou retardar o aparecimento da doença. Exercícios físicos apropriados de alongamento, de musculação e posturais  ajudam a manter a cartilagem saudável. Sendo bem orientadas, tais práticas aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos para que esta possa absorver melhor os choques, reduzindo, assim, o risco da doença. Porém, se os sintomas estão presentes, é importante consultar um médico especialista.
- See more at: http://www.cuidardeidosos.com.br/artrose-artrite-e-osteoartrose-sao-a-mesma-coisa/#sthash.eTnOydGV.dpuf
O termo artrite é utilizado para definir uma alteração inflamatória que acomete a articulação. Qualquer pessoa seja um atleta profissional, um esportista de fim de semana ou mesmo um indivíduo mais idoso, quando submetido a determinados esforços mais intensos ou mesmo traumáticos, pode desenvolver um quadro inflamatório da articulação que, nesta fase aguda, recebera a denominação de artrite.
A artrite (inflamação da articulação) pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre de vital importância o diagnóstico da doença que originou a inflamação. A artrite dos esportistas, como regra é traumática e deve ser diferenciada daquela das outras doenças reumatológicas, dos processos infecciosos, das doenças microcristalinas e, principalmente, da Artrite Reumatóide, esta sim uma doença específica.
Os termos osteoartrose, osteoartrite e artrose definem uma mesma doença que chega a acometer até 30% da população adulta acima dos 50 anos. Se lembrarmos que o prefixo “artro”, vem do grego “arthros” e significa articulação, e a ele juntarmos o sufixo “ite” que significa inflamação, teremos a etimologia da palavra “artrite”. O mesmo acontecerá ao juntarmos o sufixo “ose” que significa degeneração.
Os termos osteoartrite e osteoartrose surgiram posteriormente, para exemplificar melhor a doença artrose, quando foi descoberto que o osso sub condral (embaixo da cartilagem) participava no processo fisiopatológico da Doença.
Resumindo, quando nos referimos a osteoartrose, osteoartrite ou artrose estaremos sempre falando de uma mesma doença, que deve ser tratada o mais precocemente possível, para que a mesma não cause incapacidade.
Manter a atividade funcional de uma articulação praticando exercícios físicos é fundamental para a saúde, pois a inatividade excessiva é extremamente prejudicial. Antes de desenvolver qualquer tipo de atividade física é preciso que a pessoa – em especial aquelas com histórico familiar de osteoartrose – receba uma avaliação da condição de saúde de suas articulações.
Idosos que apresentam fraqueza muscular, anormalidades neurológicas ou algum tipo de deformidade nas articulações
devem evitar exercícios excessivos que sobrecarreguem os membros, prevenindo, assim, o desenvolvimento ou avanço da doença. Exercícios de baixo impacto como natação e hidroginástica geralmente são os mais recomendados aos pacientes com osteoartrose.
Como vimos acima, vários cuidados preventivos podem ser tomados para evitar ou retardar o aparecimento da doença. Exercícios físicos apropriados de alongamento, de musculação e posturais  ajudam a manter a cartilagem saudável. Sendo bem orientadas, tais práticas aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos para que esta possa absorver melhor os choques, reduzindo, assim, o risco da doença. Porém, se os sintomas estão presentes, é importante consultar um médico especialista.
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A artrite (inflamação da articulação) pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre de vital importância o diagnóstico da doença que originou a inflamação. A artrite dos esportistas, como regra é traumática e deve ser diferenciada daquela das outras doenças reumatológicas, dos processos infecciosos, das doenças microcristalinas e, principalmente, da Artrite Reumatóide, esta sim uma doença específica.
Os termos osteoartrose, osteoartrite e artrose definem uma mesma doença que chega a acometer até 30% da população adulta acima dos 50 anos. Se lembrarmos que o prefixo “artro”, vem do grego “arthros” e significa articulação, e a ele juntarmos o sufixo “ite” que significa inflamação, teremos a etimologia da palavra “artrite”. O mesmo acontecerá ao juntarmos o sufixo “ose” que significa degeneração.
Os termos osteoartrite e osteoartrose surgiram posteriormente, para exemplificar melhor a doença artrose, quando foi descoberto que o osso sub condral (embaixo da cartilagem) participava no processo fisiopatológico da Doença.
Resumindo, quando nos referimos a osteoartrose, osteoartrite ou artrose estaremos sempre falando de uma mesma doença, que deve ser tratada o mais precocemente possível, para que a mesma não cause incapacidade.
Manter a atividade funcional de uma articulação praticando exercícios físicos é fundamental para a saúde, pois a inatividade excessiva é extremamente prejudicial. Antes de desenvolver qualquer tipo de atividade física é preciso que a pessoa – em especial aquelas com histórico familiar de osteoartrose – receba uma avaliação da condição de saúde de suas articulações.
Idosos que apresentam fraqueza muscular, anormalidades neurológicas ou algum tipo de deformidade nas articulações
devem evitar exercícios excessivos que sobrecarreguem os membros, prevenindo, assim, o desenvolvimento ou avanço da doença. Exercícios de baixo impacto como natação e hidroginástica geralmente são os mais recomendados aos pacientes com osteoartrose.
Como vimos acima, vários cuidados preventivos podem ser tomados para evitar ou retardar o aparecimento da doença. Exercícios físicos apropriados de alongamento, de musculação e posturais  ajudam a manter a cartilagem saudável. Sendo bem orientadas, tais práticas aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos para que esta possa absorver melhor os choques, reduzindo, assim, o risco da doença. Porém, se os sintomas estão presentes, é importante consultar um médico especialista.
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O termo artrite é utilizado para definir uma alteração inflamatória que acomete a articulação. Qualquer pessoa seja um atleta profissional, um esportista de fim de semana ou mesmo um indivíduo mais idoso, quando submetido a determinados esforços mais intensos ou mesmo traumáticos, pode desenvolver um quadro inflamatório da articulação que, nesta fase aguda, recebera a denominação de artrite.
A artrite (inflamação da articulação) pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre de vital importância o diagnóstico da doença que originou a inflamação. A artrite dos esportistas, como regra é traumática e deve ser diferenciada daquela das outras doenças reumatológicas, dos processos infecciosos, das doenças microcristalinas e, principalmente, da Artrite Reumatóide, esta sim uma doença específica.
Os termos osteoartrose, osteoartrite e artrose definem uma mesma doença que chega a acometer até 30% da população adulta acima dos 50 anos. Se lembrarmos que o prefixo “artro”, vem do grego “arthros” e significa articulação, e a ele juntarmos o sufixo “ite” que significa inflamação, teremos a etimologia da palavra “artrite”. O mesmo acontecerá ao juntarmos o sufixo “ose” que significa degeneração.
Os termos osteoartrite e osteoartrose surgiram posteriormente, para exemplificar melhor a doença artrose, quando foi descoberto que o osso sub condral (embaixo da cartilagem) participava no processo fisiopatológico da Doença.
Resumindo, quando nos referimos a osteoartrose, osteoartrite ou artrose estaremos sempre falando de uma mesma doença, que deve ser tratada o mais precocemente possível, para que a mesma não cause incapacidade.
Manter a atividade funcional de uma articulação praticando exercícios físicos é fundamental para a saúde, pois a inatividade excessiva é extremamente prejudicial. Antes de desenvolver qualquer tipo de atividade física é preciso que a pessoa – em especial aquelas com histórico familiar de osteoartrose – receba uma avaliação da condição de saúde de suas articulações.
Idosos que apresentam fraqueza muscular, anormalidades neurológicas ou algum tipo de deformidade nas articulações
devem evitar exercícios excessivos que sobrecarreguem os membros, prevenindo, assim, o desenvolvimento ou avanço da doença. Exercícios de baixo impacto como natação e hidroginástica geralmente são os mais recomendados aos pacientes com osteoartrose.
Como vimos acima, vários cuidados preventivos podem ser tomados para evitar ou retardar o aparecimento da doença. Exercícios físicos apropriados de alongamento, de musculação e posturais  ajudam a manter a cartilagem saudável. Sendo bem orientadas, tais práticas aumentam a amplitude dos movimentos da articulação e fortalecem os músculos para que esta possa absorver melhor os choques, reduzindo, assim, o risco da doença. Porém, se os sintomas estão presentes, é importante consultar um médico especialista.
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domingo, 3 de maio de 2015

Caminhar pode ajudar a prevenir demência


Dar um passo atrás do outro, com regularidade, sem pressa, é uma das melhores formas de manter o cérebro saudável na velhice, com sua plena capacidade cognitiva. Um estudo da Universidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicado na “Neurology”, a revista on-line da Academia Americana de Neurologia, monitorou durante 13 anos 299 voluntários. A pesquisa provou que eles conseguiram evitar a perda da memória e se prevenir da demência com caminhadas regulares. 

Os andarilhos, todos sem sinais de demência de acordo com testes neurológicos a que foram submetidos, tiveram suas caminhadas registradas e o cérebro monitorado em 1995. Outros testes foram feitos nove anos depois, em 2004, e mais uma vez em 2008, mostrando que aqueles que mais caminhavam tinham metade do risco de ter problemas de memória do que os que não se exercitavam. 

De acordo com a pesquisa, andar cerca de 14,5 quilômetros por semana é o ideal para beneficiar o cérebro e deve ser esta a meta do “exercício neurológico”. Segundo os autores, o grupo que andou menos dez quilômetros por semana apresentou um maior encolhimento cerebral ligado à idade que o de pessoas que andavam mais que essa distância. 

O cérebro encolhe na fase mais avançada da idade adulta, o que pode causar problemas de memória. 
Os resultados do nosso trabalho estimulam a realização de novas pesquisas para saber se exercício físico em pessoas mais velhas são uma medida eficaz contra demências, incluindo Alzheimer – disse Kirk Erickson, da Universidade de Pittsburgh e líder do estudo. 

A doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência, mata lentamente as células do cérebro, e atividades como caminhadas têm sido indicadas para aumentar o volume do cérebro.
Fonte:http://www.cuidardeidosos.com.br/caminhar-pode-ajudar-a-prevenir-demencia/
          http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/10/13/caminhar-15km-por-semana-ajuda-prevenir-demencias-na-velhice-922775048.asp

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Sete dicas para prevenir quedas em idosos




As quedas constituem a primeira causa de acidentes na população com idade superior a 60 anos. Suas consequências podem causar ainda mais incapacidade, uma vez que este idoso será hospitalizado e cerca de 10% de sua massa muscular pode ser perdida por dia de hospitalização.
Tendo em vista este cenário, a melhor alternativa é prevenir um evento que é comum, mas de graves danos, na população idosa:
  1. Enquanto caminhar preste bastante atenção nesta tarefa, evite se distrair mais do que o necessário;
  2. Procure se assegurar com seu médico sobre os efeitos das medicações que você está tomando, pois algumas podem favorecer a queda;
  3. Realize atividades físicas compatíveis com seu estilo de vida e segundo sua aptidão física;
  4. Caso sinta tontura enquanto está em local público ou em casa, sente em um local seguro e peça ajuda caso necessário;
  5. Promova um ambiente livre de riscos para quedas;
  6. Realize suas atividades em seu ritmo, para isso, saia de casa mais cedo se necessário, evitando correr ou se apressar na rua enquanto anda na rua;
  7. Procure desviar de buracos ou desníveis na rua ao invés de tentar pular os mesmos.

Fonte:http://www.cuidardeidosos.com.br/sete-dicas-para-prevenir-quedas-em-idosos/